Haddad: Se eleição é golpe, contra quem?

Ideia que cresce a cada dia e já é defendida até por parte do PSDB, partido que ajudou a derrubar uma presidente honesta para colocar no governo uma organização criminosa, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, é contundente em sua defesa sobre eleições diretas antecipadas: “Ouvir o povo não pode ser considerado golpe, sob qualquer argumento. Golpe contra quem? Nesse momento a pergunta é essa”; em caso de eleição direta ainda este ano, Haddad defende que o mandato seja de cinco anos

Ideia que cresce a cada dia e já é defendida até por parte do PSDB, partido que ajudou a derrubar uma presidente honesta para colocar no governo uma organização criminosa, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, é contundente em sua defesa sobre eleições diretas antecipadas: “Ouvir o povo não pode ser considerado golpe, sob qualquer argumento. Golpe contra quem? Nesse momento a pergunta é essa”; em caso de eleição direta ainda este ano, Haddad defende que o mandato seja de cinco anos
Ideia que cresce a cada dia e já é defendida até por parte do PSDB, partido que ajudou a derrubar uma presidente honesta para colocar no governo uma organização criminosa, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, é contundente em sua defesa sobre eleições diretas antecipadas: “Ouvir o povo não pode ser considerado golpe, sob qualquer argumento. Golpe contra quem? Nesse momento a pergunta é essa”; em caso de eleição direta ainda este ano, Haddad defende que o mandato seja de cinco anos (Foto: Voney Malta)

SP 247 – Posição defendida pelos partidos progressistas, entidades da sociedade civil organizada, e parte do PSDB - casos dos parlamentares denominados de ‘cabeça branca’, e até pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que mudou de opinião -, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), defende mandato de cinco anos para o presidente que venha a ser eleito pelo povo ainda este ano.

Como a Constituição brasileira não prevê eleições diretas neste caso, se a Câmara dos Deputados acatar o pedido da Procuradoria da República para investigar o presidente Michel Temer, pela regra atual ele seria afastado e em seu lugar assumiria o presidente Rodrigo Maia (DEM) para, logo depois, o Congresso eleger, de forma indireta, um presidente para concluir o mandato até o fim de 2018. Portanto, para ocorrer eleição direta seria preciso uma mudança na Constituição.

 “Ouvir o povo não pode ser considerado golpe, sob qualquer argumento. Golpe contra quem? Nesse momento a pergunta é essa”, disse Fernando Haddad. Em caso de eleição direta ainda este ano, Haddad defende que o mandato seja de cinco anos, segundo reportagem de Marcos de Moura e Souza, no Valor

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