Halum classifica erro do Ibope no TO como crime
Em discurso no Plenário da Câmara dos Deputados nessa quarta-feira, 15, o deputado reeleito César Halum (PRB-TO), anunciou que apresentará Projeto de Lei Complementar (PLC) que proíbe a divulgação de pesquisas nos últimos 20 dias que antecedem as eleições; objetivo de Halum é impedir erros grosseiros como o que aconteceu na disputa pelo Senado no Tocantins; “Nas eleições para o Senado, o nosso amigo, conhecido nesta Casa, o deputado federal Eduardo Gomes (SD-TO), candidato ao Senado, na véspera da eleição estava a 24 pontos percentuais atrás da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO). Quando as urnas foram apuradas, Kátia venceu com uma diferença de apenas 0,7%"; "É um crime”, disparou
Tocantins 247 - Em discurso no Plenário da Câmara dos Deputados nessa quarta-feira, 15, o deputado reeleito César Halum (PRB-TO), anunciou que apresentará em breve Projeto de Lei Complementar (PLC) que proíbe a divulgação de pesquisas nos últimos 20 dias que antecedem as eleições. O objetivo da iniciativa, segundo o parlamentar, é impedir que projeções erradas induzam o voto do eleitor.
Como exemplo dos diversos problemas ocorridos por erros dos institutos de pesquisa, Halum citou os números divulgados pelo Ibope de intenções de voto para o Senado no Tocantins. “Nas eleições para o Senado, o nosso amigo, conhecido nesta Casa, o deputado federal Eduardo Gomes (SD-TO), candidato ao Senado, na véspera da eleição estava a 24 pontos percentuais atrás da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO). Quando as urnas foram apuradas, Kátia venceu com uma diferença de apenas 0,7%”.
O deputado Eduardo Gomes apoiou a iniciativa de César Halum e diz que qualquer tipo de injustiça formal realizada contra sua campanha será resolvido através de advogados. “Agora meu objetivo é eleger Aécio Neves como presidente” finalizou.
Segundo Halum, o Ibope levou Eduardo Gomes a perder uma eleição para o Senado com uma diferença de pouco mais de cinco mil votos. O parlamentar citou, ainda, a discrepância dos números divulgados pelo Ibope para a eleição de governador. “Para governador a diferença era, segundo o instituto, de 16 pontos percentuais; quando as urnas foram abertas, a diferença foi de apenas 4,5%. Isso é um crime”, enfatizou Halum.
