Heitor Férrer questiona projeto de requalificação da Beira Mar

O deputado estadual Heitor Férrer (PSB) declarou, em pronunciamento hoje (27) na Assembleia Legislativa, que há irregularidades no projeto de requalificação da Beira Mar de Fortaleza. Segundo ele, relatório de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta sobrepreço de cerca de R$ 45 milhões

O deputado estadual Heitor Férrer (PSB) declarou, em pronunciamento hoje (27) na Assembleia Legislativa, que há irregularidades no projeto de requalificação da Beira Mar de Fortaleza. Segundo ele, relatório de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta sobrepreço de cerca de R$ 45 milhões
O deputado estadual Heitor Férrer (PSB) declarou, em pronunciamento hoje (27) na Assembleia Legislativa, que há irregularidades no projeto de requalificação da Beira Mar de Fortaleza. Segundo ele, relatório de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta sobrepreço de cerca de R$ 45 milhões (Foto: Rodrigo Rocha)
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Ceará247 - O deputado Heitor Ferrer (PSB) declarou que há irregularidades no projeto de requalificação da Beira Mar de Fortaleza, em pronunciamento na Assembleia Legislativa na manhã desta terça-feira (27). Segundo ele, relatório de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta sobrepreço em mercadorias e materiais.

Conforme o parlamentar, dos R$ 321 milhões orçados para a conclusão da obra, há um sobrepreço que chega a R$ 45 milhões. Com o documento em mãos, o parlamentar citou superfaturamento de 162% em piçarra para aterro; de 191% em limpeza de final da obra; 71% em rebaixamento do lençol freático e de 214% para armação em aço. "São valores elevadíssimos. Por isso, estamos encaminhando ao Ministério Público do Estado esse relatório, que já deve ter, mas vou oficiar aqui pela Assembleia também", informou.

O parlamentar lembrou também que o projeto de requalificação foi licitado em junho de 2012, na gestão da ex-prefeita Luizianne Lins (PT), no valor de R$ 282 milhões, sendo declarada como vencedora a Construtora Camargo Correia. A empresa, alvo de investigação pela Operação Lava Jato, foi escolhida com a proposta de R$ 231 milhões. "O que se espera? Fazer a obra, dar aos fortalezenses a obra, que se encontra parada há três anos, e isso acaba redundando em prejuízos", lamentou.

(Com informações da Assembleia Legislativa do Ceará)

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