Humberto dá aval a Lóssio rumo ao Governo de PE

Após o prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (PMDB), lançar sua candidatura ao Governo do Estado, em 2014, o senador Humberto Costa (PT) avaliou como positivo o lançamento dessa postulação porque pode haver um palanque duplo em Pernambuco para apoiar o projeto de reeleição da presidente Dilma; no entanto, o parlamentar não antecipou o rumo que o seu partido tomará no próximo ano em nível estadual; "Vamos ter a eleição da nova direção e, depois, definir os rumos que o PT vai tomar: se vai ter candidato próprio ou se vai apoiar outro candidato", declarou

Após o prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (PMDB), lançar sua candidatura ao Governo do Estado, em 2014, o senador Humberto Costa (PT) avaliou como positivo o lançamento dessa postulação porque pode haver um palanque duplo em Pernambuco para apoiar o projeto de reeleição da presidente Dilma; no entanto, o parlamentar não antecipou o rumo que o seu partido tomará no próximo ano em nível estadual; "Vamos ter a eleição da nova direção e, depois, definir os rumos que o PT vai tomar: se vai ter candidato próprio ou se vai apoiar outro candidato", declarou
Após o prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (PMDB), lançar sua candidatura ao Governo do Estado, em 2014, o senador Humberto Costa (PT) avaliou como positivo o lançamento dessa postulação porque pode haver um palanque duplo em Pernambuco para apoiar o projeto de reeleição da presidente Dilma; no entanto, o parlamentar não antecipou o rumo que o seu partido tomará no próximo ano em nível estadual; "Vamos ter a eleição da nova direção e, depois, definir os rumos que o PT vai tomar: se vai ter candidato próprio ou se vai apoiar outro candidato", declarou (Foto: Leonardo Lucena)
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Leonardo Lucena_PE247 – Após o prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (PMDB), lançar sua candidatura ao Governo do Estado, em 2014, o senador Humberto Costa (PT) avaliou como positivo o lançamento dessa postulação. Segundo o parlamentar, a maior contribuição de uma possível candidatura da legenda peemedebista é a formação de um palanque duplo em Pernambuco para apoiar o projeto de reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Por sua vez, Lóssio defende, por meio de carta, a sua candidatura, visto que "o PMDB, pela sua história em Pernambuco, pela sua força nacional e, sobretudo, pela necessidade de se reerguer em nosso Estado, deve participar majoritariamente do pleito que se aproxima".

"É uma coisa positiva no sentido de que Lóssio é do PMDB e apoia a reeleição da presidente Dilma", disse Humberto Costa. Questionado sobre qual será o rumo dos petistas em 2014, depois de Lóssio ter lançado a sua candidatura, o senador afirmou que, primeiramente, é necessário saber qual será o desfecho da eleição para a direção do PT nos três níveis (federal, estadual e municipal), marcada para novembro deste ano. A troca de comando das direções ocorrerá em meio à desunião intrapartidária que ainda impera no Partido dos Trabalhadores pernambucano.

"O desejo do nosso candidato (o advogado Bruno Ribeiro) é fazer um debate elevado, discutir propostas para fortalecer o partido e não fazer debate às custas de ataques pessoais", afirmou Costa. A desunião interna do PT ficou evidente no primeiro semestre de 2012. Para definir o candidato no pleito municipal do Recife, o partido realizou uma prévia partidária disputada entre o então prefeito João da Costa (PT) e o deputado federal Maurício Rands, apoiado por Humberto Costa, pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e pelo ex-prefeito da Capital João Paulo, este último, o principal desafeto político de João da Costa.

Diante de um clima com intensas trocas de farpas, chegando, inclusive, a ataques pessoas, a Direção Nacional do PT cancelou disputa interna e resolveu apresentar o senador Humberto Costa como candidato oficial do partido, tendo como vice João Paulo, principal desafeto da João da Costa. De lá para cá, o Partido dos Trabalhadores teve de lidar com dificuldades até para realizar uma reunião a fim de apaziguar os ânimos dentro da legenda. Mas para Humberto, a postulação da presidente Dilma será um fator crucial rumo à união dentro do PT em prol da reeleição da petista.

"A candidatura da presidente Dilma é referência para todos os integrantes do partido", disse. O parlamentar não descartou a possibilidade de o PT ter postulação própria. "Vamos ter a eleição da nova direção e, depois, definir os rumos que o PT vai tomar: se vai ter candidato próprio ou se vai apoiar outro candidato", complementou.

Caso tenha postulação própria, o nome mais cotado é do deputado federal João Paulo. Se for apoiar outro candidato, os petistas deverão integrar o mesmo palanque do senador Armando Monteiro (PTB), que já dialogou com integrantes do PT no estado sobre o pleito 2014.

Carta à Direção Nacional do PMDB

O prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (PMDB), justiçou, por meio de carta entregue ao presidente nacional da legenda, senador Valdir Raupp (RO), os motivos que explicam o porquê de o partido ter o gestor como candidato ao Governo de Pernambuco em 2014. De acordo com o prefeito, o PMDB "é, sem dúvida, dentre todos os partidos brasileiros, o grande guardião de nossa democracia".

"Sua história, suas lideranças e, sobretudo, o grande apoio popular demonstrado nas urnas durante todos esses anos, trazem-nos a certeza de que a participação do Partido como ator principal dos processos eleitorais é fundamental para a manutenção de nossa força partidária", declarou.

Em tese, a candidatura de Lóssio não será bem vista pelo senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), seu "inimigo" dentro da legenda. Mesmo diante de uma relação não muito amistosa com o ex-governador de Pernambuco, Lóssio diz que, a partir do Governo Jarbas, "Pernambuco iniciou um novo ciclo de desenvolvimento econômico, embora ainda apresente grandes desigualdades". Mas, na avaliação do prefeito, a "política se faz em ciclos" e, por isso, é necessário que surjam novas lideranças peemedebistas no estado.

"Como Prefeito da principal cidade governada pelo nosso partido e na condição de prefeito reeleito, mesmo tendo enfrentado a força do Governo Estadual e parte do Governo Federal, gostaria de trazer a público e ao nosso partido o nosso interesse de participar do pleito eleitoral de 2014", afirmou Lóssio. "Acredito que o PMDB, pela sua história em Pernambuco, pela sua força nacional e, sobretudo, pela necessidade de se reerguer em nosso Estado, deve participar majoritariamente do pleito que se aproxima", acrescentou.

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