Humberto: PT fará oposição firme a governo Temer
Senador Humberto Costa (PT-PE), líder do governo no Senado, disse nesta quarta-feira, 11, que, sendo aprovado o afastamento de Dilma, não restará ao PT outro caminho que não uma oposição "firme"; "Será uma oposição muito firme, que vai permanentemente denunciar o golpe que está sendo perpetrado contra a democracia no Brasil", disse; "Mas seremos uma oposição que não repetirá o que a atual oposição nos fez, com o PSDB e o DEM apostando no quanto pior melhor e patrocinando as chamadas pautas bombas para gerar desequilíbrio fiscal e orçamentário em nosso país, inclusive, se associando ao corporativismo mais atrasado, para criar dificuldades para o governo e para o Brasil", acrescentou
Pernambuco 247 com Agência Brasil - O senador Humberto Costa (PT-PE), líder do governo no Senado, disse nesta quarta-feira, 11, que, sendo aprovado o afastamento de Dilma, não restará ao PT outro caminho que não uma oposição "firme".
"Será uma oposição muito firme, que vai permanentemente denunciar o golpe que está sendo perpetrado contra a democracia no Brasil", disse ele. "Mas seremos uma oposição que não repetirá o que a atual oposição nos fez, com o PSDB e o DEM apostando no quanto pior melhor e patrocinando as chamadas pautas bombas para gerar desequilíbrio fiscal e orçamentário em nosso país, inclusive, se associando ao corporativismo mais atrasado, para criar dificuldades para o governo e para o Brasil", acrescentou.
Nesta quarta, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki rejeitou o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para que fosse suspensa a validade da autorização concedida pela Câmara para a abertura do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff por crime de responsabilidade, deputados governistas já fazem projeções sobre como atuarão na oposição, caso se confirmem o afastamento da presidenta Dilma Rousseff e o início do governo interino do vice-presidente Michel Temer. Apesar de mais esta derrota no STF, os governistas prometem mais recursos junto à Corte.
O senador petista Lindbergh Farias (RJ) disse lamentar a decisão, e disse que não existiria impeachment se Eduardo Cunha ele não estivesse na presidência da Câmara. "Agora é nos prepararmos para fazer uma oposição duríssima nos próximos dias, caso se confirme o resultado no Senado. Até porque nós não reconhecemos Temer como presidente. É um governo fruto de um golpe, e não vamos aceitar que ele tire direitos dos trabalhadores com esse pacote que está vindo para acabar com o legado de Lula,
