Humberto teme que ajustes afetem obras do PAC

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, deverá reunir-se com o  ministro da Integração nacional, Gilberto Ochi, para discutir o andamento de obras ligadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), como a Transposição do São Francisco; o temor é que os cortes nos investimentos anunciados pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, dentro do pacote de ajuste fiscal afetem os projetos estruturadores; o petista também criticou a dificuldade de comunicação do Governo Federal 

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, deverá reunir-se com o  ministro da Integração nacional, Gilberto Ochi, para discutir o andamento de obras ligadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), como a Transposição do São Francisco; o temor é que os cortes nos investimentos anunciados pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, dentro do pacote de ajuste fiscal afetem os projetos estruturadores; o petista também criticou a dificuldade de comunicação do Governo Federal 
O líder do PT no Senado, Humberto Costa, deverá reunir-se com o  ministro da Integração nacional, Gilberto Ochi, para discutir o andamento de obras ligadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), como a Transposição do São Francisco; o temor é que os cortes nos investimentos anunciados pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, dentro do pacote de ajuste fiscal afetem os projetos estruturadores; o petista também criticou a dificuldade de comunicação do Governo Federal  (Foto: Paulo Emílio)
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Pernambuco 247 - O líder do PT no Senado, Humberto Costa, demonstrou preocupação com o corte nos investimentos que o governo federal deverá fazer anunciou dentro do pacote de ajuste fiscal. O temor é que os cortes alcancem as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), como a Transposição do São Francisco. Humberto deverá reunir-se nesta terça-feira (30) com o ministro da Integração nacional, Gilberto Ochi, para discutir o assunto. O petista também criticou a dificuldade de comunicação do Governo Federal .

"A audiência vai exatamente tratar sobre Transposição, sobre a adutora do Agreste. Há colocações de que os recursos não estariam sendo liberados. Vou lá para ter uma informação mais precisa", disse Humberto em entrevista à Rádio Jornal nesta segunda-feira (2). Além dos cortes nos investimentos, também existe o temor que de que o ritmo das obras sejam reduzidas ou mesmo paralisadas em função de problemas relacionados à Operação lava Jato da Policia Federal, que investiga casos de desvios e corrupção na Petrobras.

Somente no caso específico da transposição, as empreiteiras Mendes Júnior e GDK, citadas na Lava Jato, já teriam demitido cerca de 2,5 mil trabalhadores em razão das dificuldades para a obtenção de recursos necessários para tocar o serviço. "São informações que saíram na imprensa e eu vou poder pegar isso do próprio ministro para saber o que realmente está ocorrendo", observou.

O líder do PT no Senado também criticou a falta de comunicação entre o governo federal e a base aliada. "As medidas são necessárias, nós todos concordamos. Mas é preciso que o governo diga aonde quer chegar, porque é que tá tomando essas decisões, o que é que vem depois, para que nós possamos ter uma capacidade de mobilização maior", disparou.

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Para Humberto, esta dificuldade de comunicação tem afetado até a agenda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Ele ainda não começou a fazer um grande movimento pelo Brasil por um fato, que eu acho que ele está correto. Ele diz que nós todos precisamos de um discurso", disse.

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