Ibama já recolheu 9 toneladas de peixes mortos do Rio Doce

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) já recolheu 9 toneladas de peixes mortos do leito do Rio Doce; ao todo, seis toneladas foram retiradas do trecho mineiro do Rio Doce e o volume restante foi recolhido ao longo do trecho do rio que corta o Estado do Espírito Santo; peixes morreram em decorrência do grande volume de lama que tomou conta do Rio Doce após o rompimento de uma barragem de rejeitos de minérios pertencente à mineradora Samarco

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) já recolheu 9 toneladas de peixes mortos do leito do Rio Doce; ao todo, seis toneladas foram retiradas do trecho mineiro do Rio Doce e o volume restante foi recolhido ao longo do trecho do rio que corta o Estado do Espírito Santo; peixes morreram em decorrência do grande volume de lama que tomou conta do Rio Doce após o rompimento de uma barragem de rejeitos de minérios pertencente à mineradora Samarco
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) já recolheu 9 toneladas de peixes mortos do leito do Rio Doce; ao todo, seis toneladas foram retiradas do trecho mineiro do Rio Doce e o volume restante foi recolhido ao longo do trecho do rio que corta o Estado do Espírito Santo; peixes morreram em decorrência do grande volume de lama que tomou conta do Rio Doce após o rompimento de uma barragem de rejeitos de minérios pertencente à mineradora Samarco (Foto: Paulo Emílio)

247 - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) já recolheu 9 toneladas de peixes mortos do leito do Rio Doce por conta da quebra da barragem de rejeitos de minérios do Fundão, em Mariana (MG) há três semanas.

Segundo o Ibama, seis toneladas foram retiradas do trecho mineiro do Rio Doce. As demais três toneladas foram retiradas do trecho do rio que corta o Estado do Espírito Santo. Desde o último dia 15, uma equipe do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Peixes Continentais (Cepta), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), está percorrendo o Rio Doce na tentativa de encontrar e recolher matrizes de espécies de peixes ameaçadas de extinção por conta da lama que atingiu o rio para, posteriormente, fazer o repovoamento pesqueiro.

Por conta do acidente, considerado o maior desastre ambiental do país e que também resultou na morte confirmada de 13 pessoas até o momento, o Ibama já aplicou multas que somam R$ 250 milhões à mineradora Samarco, responsável pela barragem que rompeu.

 

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