IBGE diz que varejo cresceu 11,3% em Alagoas

De acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do varejo em Alagoas alcançaram em junho um crescimento de 11,3% em relação ao mesmo mês do ano passado; variação positiva de Alagoas é a maior do Nordeste e uma das maiores do Brasil, atrás apenas de Tocantins (3,3%) e Roraima (4,9%)

De acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do varejo em Alagoas alcançaram em junho um crescimento de 11,3% em relação ao mesmo mês do ano passado; variação positiva de Alagoas é a maior do Nordeste e uma das maiores do Brasil, atrás apenas de Tocantins (3,3%) e Roraima (4,9%)
De acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do varejo em Alagoas alcançaram em junho um crescimento de 11,3% em relação ao mesmo mês do ano passado; variação positiva de Alagoas é a maior do Nordeste e uma das maiores do Brasil, atrás apenas de Tocantins (3,3%) e Roraima (4,9%) (Foto: Voney Malta)

Por Andressa Alves/Agência Alagoas - Superando um longo período de retração, o Brasil voltou a apresentar resultados positivos na economia. Após os avanços do setor atacadista, foi a vez do segmento de varejo do país surpreender, apontando um crescimento total de 2,4% no mês de junho se comparado ao mesmo período de 2016, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No âmbito local também há o que comemorar. Segundo os dados da pesquisa, as vendas do varejo em Alagoas alcançaram em junho um crescimento de 11,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Se comparado ao mês anterior, maio de 2017, a variação positiva de Alagoas é de 2,4%, a maior do Nordeste e uma das maiores do Brasil, atrás apenas de Tocantins (3,3%) e Roraima (4,9%).

De acordo com o presidente da Associação dos Supermercados de Alagoas, Raimundo Barreto, o dinamismo do setor e a inovação dos empresários no período de crise foram fundamentais para os avanços.

"Em meio ao período conturbado por qual passou o país nos últimos dois anos, a criatividade foi, sem dúvidas, a palavra de ordem no mercado econômico. O setor atuou com muito dinamismo, criando novas técnicas e produtos para atender aos consumidores da melhor forma, mantendo o número de vendas e até alcançando um crescimento, que representa algo ainda mais significativo neste momento", ressaltou Barreto.

Como apoio para manter os números estáveis e voltar a crescer, o setor tem contado com o Governo de Alagoas, que, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) e da Secretaria da Fazenda (Sefaz), aposta na simplificação de sistemas tributários e apoio ao ramo empresarial por meio da concessão de benefícios fiscais e locacionais, concedidos às indústrias através do Programa de Desenvolvimento Integrado do Estado de Alagoas (Prodesin).

Além do Prodesin, Alagoas conta com regimes tributários especiais voltados para o setor atacadista em geral e para os Centros de Distribuição (CD), especificamente. Dessa forma, a atração de grandes indústrias e os avanços do setor influenciam, diretamente, na chamada "ponta do consumo", formada pelos consumidores que demandam o setor de varejo.

Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Helder Lima, os recentes crescimentos nos setores de atacado e varejo são resultados de uma política de Estado célere e objetiva.

"O Governo de Alagoas esteve arrumando a casa para que pudéssemos acompanhar os avanços, tão logo o Brasil voltasse a crescer. Os números são uma prova de que isso já é uma realidade e nós estamos preparados, com processos cada vez mais desburocratizados voltados aos empresários e com segurança jurídica para quem já está investindo no Estado e para quem ainda deseja se instalar", ressaltou Helder Lima.

Segundo a Pesquisa Mensal do Comércio, essa é a terceira taxa positiva consecutiva no setor. Os setores que contribuíram para o resultado em todo o país foram os de móveis e eletrodomésticos (2,2%), tecidos, vestuários e calçados (5,4%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico – lojas de departamento, ótica, joalheria e outros (2,7%).

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