IBGE: Extrema pobreza cresce em Alagoas

O percentual de pessoas vivendo na extrema pobreza, com até 1/4 de salário mínimo, aumentou em Alagoas, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que analisou dados de dez anos, de 2005 a 2015; em 2014, o percentual era de 21,5% e, no ano passado, de 22,3%; enquanto a região Nordeste é a que apresenta os números mais graves, o Sul é o local que aparece mais confortavelmente no ranking, sendo Santa Catarina o Estado mais bem colocado, com apenas 1,9% das famílias nessa situação

O percentual de pessoas vivendo na extrema pobreza, com até 1/4 de salário mínimo, aumentou em Alagoas, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que analisou dados de dez anos, de 2005 a 2015; em 2014, o percentual era de 21,5% e, no ano passado, de 22,3%; enquanto a região Nordeste é a que apresenta os números mais graves, o Sul é o local que aparece mais confortavelmente no ranking, sendo Santa Catarina o Estado mais bem colocado, com apenas 1,9% das famílias nessa situação
O percentual de pessoas vivendo na extrema pobreza, com até 1/4 de salário mínimo, aumentou em Alagoas, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que analisou dados de dez anos, de 2005 a 2015; em 2014, o percentual era de 21,5% e, no ano passado, de 22,3%; enquanto a região Nordeste é a que apresenta os números mais graves, o Sul é o local que aparece mais confortavelmente no ranking, sendo Santa Catarina o Estado mais bem colocado, com apenas 1,9% das famílias nessa situação (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - O percentual de pessoas vivendo na extrema pobreza, com até 1/4 de salário mínimo, aumentou em Alagoas. Pelo menos é o que aponta a mais recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que analisou dados de dez anos, de 2005 a 2015. Em 2014, o percentual era de 21,5% e, no ano passado, de 22,3%.

Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta sexta-feira (2) pelo órgão, e colocam o Estado na segunda pior colocação do País, atrás apenas do Maranhão, que aparece na tabela com um índice de 26,9%. A região Nordeste é a que apresenta os números mais graves.

O Sul é o local que aparece mais confortavelmente no ranking, sendo Santa Catarina o Estado mais bem colocado, com apenas 1,9% das famílias nessa situação. Nacionalmente, o percentual de pobreza extrema é de 9,2% - em 2014 ele era de 8%. A classificação é feita a partir do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). 

O SIS traz ainda a taxa de pessoas na pobreza absoluta e, em Alagoas, ela teve uma queda em com relação a 2014, passando de 32,3% para 29,2%. O indicador se refere aos que possuem renda per capita de até meio salário mínimo mensal. Já os que vivem com até um salário passaram de 27,7% para 29,8%.

A Síntese de Indicadores Sociais mostra também que 11,2% recebe entre um e dois salários mínimos e 3,1% vive com uma renda que vai de duas a três vezes esse valor. De acordo com a pesquisa, apenas 1,4% das pessoas que moram no Estado ganham entre três e cinco salários mínimos. Aqueles com rendimentos acima disso representam 0,8% da população.

Com gazetaweb.com

 

 

 

 

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