Imbassahy será nomeado 2 de fevereiro, diz deputado do PMDB

Deputado próximo de Michel Temer, o baiano Lúcio Vieira Lima (PMDB) afirma que a novela em torno da nomeação do conterrâneo Antônio Imbassahy (PSDB) acabará dia 2 de fevereiro, quando, segundo ele, o presidente nomeará o tucano na Secretaria de Governo, cargo deixado por seu irmão Geddel Vieira Lima em novembro, por suspeita de ter usado o posto em benefício próprio no caso da construção de um condomínio de luxo em Salvador; "Deverá sair a nomeação no dia 2, um presente de Iemanjá à Bahia. Na qualidade de líder do PSDB, ele (Imbassahy) está acostumado aos esbarros da Casa e saberá como conduzir", diz Lúcio

Deputado próximo de Michel Temer, o baiano Lúcio Vieira Lima (PMDB) afirma que a novela em torno da nomeação do conterrâneo Antônio Imbassahy (PSDB) acabará dia 2 de fevereiro, quando, segundo ele, o presidente nomeará o tucano na Secretaria de Governo, cargo deixado por seu irmão Geddel Vieira Lima em novembro, por suspeita de ter usado o posto em benefício próprio no caso da construção de um condomínio de luxo em Salvador; "Deverá sair a nomeação no dia 2, um presente de Iemanjá à Bahia. Na qualidade de líder do PSDB, ele (Imbassahy) está acostumado aos esbarros da Casa e saberá como conduzir", diz Lúcio
Deputado próximo de Michel Temer, o baiano Lúcio Vieira Lima (PMDB) afirma que a novela em torno da nomeação do conterrâneo Antônio Imbassahy (PSDB) acabará dia 2 de fevereiro, quando, segundo ele, o presidente nomeará o tucano na Secretaria de Governo, cargo deixado por seu irmão Geddel Vieira Lima em novembro, por suspeita de ter usado o posto em benefício próprio no caso da construção de um condomínio de luxo em Salvador; "Deverá sair a nomeação no dia 2, um presente de Iemanjá à Bahia. Na qualidade de líder do PSDB, ele (Imbassahy) está acostumado aos esbarros da Casa e saberá como conduzir", diz Lúcio (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Deputado próximo de Michel Temer, o baiano Lúcio Vieira Lima (PMDB) afirma que a novela em torno da nomeação do conterrâneo Antônio Imbassahy (PSDB) acabará dia 2 de fevereiro, quando, segundo ele, o presidente nomeará o tucano na Secretaria de Governo da Presidência, cargo deixado por seu irmão Geddel Vieira Lima em novembro, por suspeita de ter usado o posto em benefício próprio no caso da construção de um condomínio de luxo em Salvador.

"Deverá sair a nomeação no dia 2, um presente de Iemanjá à Bahia. Na qualidade de líder do PSDB, ele (Imbassahy) está acostumado aos esbarros da Casa e saberá como conduzir", disse Lúcio em entrevista ao programa 'Se Liga Bocão', da rádio Itapoan FM.

Parece que o peemedebista mudou de ideia sobre a suposta indicação de Antônio Imbassahy para o cargo, pois logo no início das especulações no sentido de o tucano assumir o cargo no governo Temer, Lúcio Vieira Lima se manifestou contrário à articulação.

Ele ponderou na oportunidade que não tinha nada contra o colega de parlamento, mas afirmou que assumindo mais um andar na Esplanada dos Ministérios, "o PSDB vai ficar super representado no governo". Se Imbassahy de fato assumir a pasta (ou qualquer outro quadro de qualquer outro partido), o PMDB perderá uma pasta automaticamente.

A informação de Lúcio confirma previsão de que Michel Temer vai esperar a volta do recesso parlamentar no Congresso para nomear Imbassahy na pasta que tem como prerrogativa a articulação do Planalto com os parlamentares. Mas os tucanos, incluindo o próprio Antônio Imbassahy, já não estão muito satisfeitos com a demora.

O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), por exemplo, usou sua conta no Twitter para dizer que "essa demora na nomeação já está fazendo mal ao Imbassahy". O deputado baiano, porém, não deu uma palavra até então. Seguer confirma que há de fato a articulação para ele integrar o governo peemedebista.

Nos bastidores, as informações em Brasília dão conta ainda de que a cessão de mais um ministério ao PSDB envolve o 'apoio integral' e irrestrito' dos tucanos ao governo.

Na votação da PEC do Teto (proposta de emenda à Constituição que limita pelos próximos 20 anos os gastos públicos) em segundo turno, por exemplo, Michel Temer tomou um susto, pois o número de votos favoráveis foi menor do que no primeiro turno da apreciação da matéria. A baixa teve dissidência tucana.

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