Imbassahy sobre Rui Costa: "Dizem que é o mais fraco"

Apesar de afirmar que "não existe adversário fácil" e que "a oposição não vai escolher candidato do governo", o líder da minoria no Congresso, deputado Antônio Imbassahy, do PSDB, disse nesta segunda que o chefe da Casa Civil, Rui Costa, é visto "em Brasília" como o candidato "mais fácil de ser derrotado" na disputa pela sucessão de Jaques Wagner; "O que eu ouço em Brasília não são palavras positivas e quem diz são os companheiros dele. Eles dizem que o governador não deveria ter escolhido esse, 'ele é o mais fraco e não vai ganhar'"

Apesar de afirmar que "não existe adversário fácil" e que "a oposição não vai escolher candidato do governo", o líder da minoria no Congresso, deputado Antônio Imbassahy, do PSDB, disse nesta segunda que o chefe da Casa Civil, Rui Costa, é visto "em Brasília" como o candidato "mais fácil de ser derrotado" na disputa pela sucessão de Jaques Wagner; "O que eu ouço em Brasília não são palavras positivas e quem diz são os companheiros dele. Eles dizem que o governador não deveria ter escolhido esse, 'ele é o mais fraco e não vai ganhar'"
Apesar de afirmar que "não existe adversário fácil" e que "a oposição não vai escolher candidato do governo", o líder da minoria no Congresso, deputado Antônio Imbassahy, do PSDB, disse nesta segunda que o chefe da Casa Civil, Rui Costa, é visto "em Brasília" como o candidato "mais fácil de ser derrotado" na disputa pela sucessão de Jaques Wagner; "O que eu ouço em Brasília não são palavras positivas e quem diz são os companheiros dele. Eles dizem que o governador não deveria ter escolhido esse, 'ele é o mais fraco e não vai ganhar'" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Apesar de afirmar que "não existe adversário fácil" e que "a oposição não vai escolher candidato do governo", o líder da minoria no Congresso, deputado Antônio Imbassahy, do PSDB, disse nesta segunda-feira (6) que o chefe da Casa Civil do Estado, Rui Costa, é visto "em Brasília" como o candidato "mais fácil de ser derrotado" na disputa pela sucessão de Jaques Wagner em outubro próximo.

"A expectativa nossa não era em torno desse candidato do governador. O que eu ouço em Brasília não são palavras positivas e quem diz são os companheiros dele. Eles dizem que o governador não deveria ter escolhido esse, 'ele é o mais fraco e não vai ganhar'. Eles dizem isso lá. Mas nós não vamos escolher o candidato do governo, vamos escolher o das oposições. Agora é certo que você não vê nenhum entusiasmo. Escolheram e pronto. Acabou".

Tucano disse ainda em entrevista à rádio CBN Salvador que Wagner é o responsável pela "antecipação" do debate eleitoral na Bahia. "Foi um erro muito grande. Um governo que está mal das pernas e o governador vai se dedicar, como já está se dedicando, a política eleitoral. O governador vai continuar fazendo o que ele gosta, que é cuidar da política eleitoral. (...) Além de cuidar da campanha de Rui ainda vai cuidar da campanha de Dilma em todo o Nordeste. Pelo amor de Deus. Governador tem que governar".

Voltando a Rui Costa, Imbassahy também criticou Jaques Wagner por sua escolha pessoal imposta ao PT. "Ele (Rui) representa o governo a continuidade. Wagner quer uma pessoa que o defenda durante a campanha e só um grande amigo dele vai ter disposição de dizer essas coisas todas. A gente vê o governador lançar o candidato dele com muita antecedência, fora do tempo, até pela dificuldade que ele tem de fazer o candidato dele crescer. Um precisa de tempo para ser conhecido e o outro de um candidato que o defenda".

Sobre sua pouca popularidade, Rui Costa disse em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia (publicada nesta segunda) que "é melhor ser desconhecido do que ser conhecido e desaprovado pelo povo". Ele se referiu a nomes como o do ex-governador Paulo Souto (DEM) e do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), que concorreu ao governo e perdeu em 2010.

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