Implicante sai do ar e não deve mais voltar

Revelação de que o site, usado para atacar o PT e os governos Dilma e Lula, era bancado pelo governo Alckmin, com uma mesada de R$ 70 mil/mês, deve levar à suspensão de todos os contratos; neste domingo, a página não estava no ar e seu criador, o jornalista Fernando Gouveia, que se apresenta como Gravataí Merengue, não voltou a se manifestar; desmoralização na internet inviabiliza a volta da página; arquivos também devem ser apagados para evitar ações judiciais; no entanto, na noite deste domingo (19), o site informou que continuará no ar, mas não disse se o contrato com o governo paulista será mantido

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Implicante sai do ar e não deve mais voltar


247 - O site Implicante.org, que era usado na internet para atacar o PT, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, além de vários jornalistas, alimentando ódio, preconceito e desinformação na internet, não está mais no ar. Provavelmente, não voltará mais.

Isso porque o site e seu criador, o jornalista Fernando Gouveia, que se apresenta como Gravataí Merengue, foram desmoralizados por uma denúncia da Folha de S. Paulo, publicada ontem, que apontou uma mesada de R$ 70 mil mensais, paga pelo governo Alckmin, à empresa que mantém o site (saiba mais aqui).

A denúncia provocou indignação no meio jornalístico e nas redes sociais – no Twitter, por exemplo, a hashtag "Por 70" figurou entre os assuntos mais comentados do dia.

"Blogueiro antipetista recebe R$ 70 mil por mês do governo Alckmin. Mesmo salário de professor", escreveu o colunista José Simão. A jornalista Barbara Gancia também reagiu irada. "Esse tal blogueiro antipetista @gravz que foi desmascarado aí é um dos tantos que já promoveram trollagem contra mim", disse ela (saiba mais aqui).

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Desmoralizado, Fernando Gouveia perdeu condições mínimas para voltar a atuar na internet – até porque o que fazia não era jornalismo. Provavelmente, os arquivos do Implicante também serão destruídos, antes que gerem ações judiciais de vítimas do site.

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PS.: Horas depois que essa matéria já estava no ar, o site informou que continuará no ar, mas não esclareceu se manterá o contrato de R% 70 mil com o governo de Geraldo Alckmin (PSDB).

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