‘Incitação de violência por Bolsonaro está levando a práticas gravíssimas de crimes’

Depois dos tiros disparados contra um acampamento em favor do ex-presidente Lula em Curitiba (PR), o vereador de São Paulo Eduardo Suplicy (PT) o presidenciável do PSL-RJ, Jair Bolsonaro, "precisa se dar conta de que a sua pregação de incitar a violência contra aqueles que discordam de seu ponto de vista já está levando a práticas gravíssimas de crimes"

Depois dos tiros disparados contra um acampamento em favor do ex-presidente Lula em Curitiba (PR), o vereador de São Paulo Eduardo Suplicy (PT) o presidenciável do PSL-RJ, Jair Bolsonaro, "precisa se dar conta de que a sua pregação de incitar a violência contra aqueles que discordam de seu ponto de vista já está levando a práticas gravíssimas de crimes"
Depois dos tiros disparados contra um acampamento em favor do ex-presidente Lula em Curitiba (PR), o vereador de São Paulo Eduardo Suplicy (PT) o presidenciável do PSL-RJ, Jair Bolsonaro, "precisa se dar conta de que a sua pregação de incitar a violência contra aqueles que discordam de seu ponto de vista já está levando a práticas gravíssimas de crimes" (Foto: Leonardo Lucena)

SP 247 - Depois dos tiros disparados contra um acampamento em favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na madrugada deste sábado (28) em Curitiba (PR), o vereador de São Paulo Eduardo Suplicy (PT) o presidenciável do PSL-RJ, Jair Bolsonaro, "precisa se dar conta de que a sua pregação de incitar a violência contra aqueles que discordam de seu ponto de vista já está levando a práticas gravíssimas de crimes".

"É o caso de tentativas de assassinatos de pessoas que estão realizando atos pacíficos, como as que estão no acampamento Marisa Leticia em Curitiba por Lula Livre. As pessoas que cometeram o crime logo antes bradavam o nome de Bolsonaro", escreveu o parlamentar em sua conta no Twitter. "Enquanto Coreia do Norte e do Sul, atendendo conselhos do Papa Francisco, dão passos efetivos para a realização da paz, constitui um absurdo a incitação da violência política no Brasil".

Duas pessoas ficam feridas com os tiros, mas não correm risco de vida. Uma das vítimas, a advogada Marcia Koakoski da Silveira, afirmou que os atiradores gritavam "Bolsonaro presidente". "Quando fui ao banheiro, é que começou o confronto entre os vigante e os bandidos vestidos de Bolsonaro Ele gritavam o tempo todo 'Bolsonaro, presidente'", disse ela à sua colega Tânia Mandarino, também advogada. Relato publicado no Diario do Centro do Mundo.

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