Inflação de 2016 em Teresina foi menor que a de 2015

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de dezembro de 2016, divulgado pela Fundação Cepro, mostrou que, mesmo com os aumentos elevados verificados durante todo o ano, especialmente no grupo Alimentos, a inflação de Teresina fechou 2016 com valores acumulados de 9,66%, um ponto percentual a menos do que o acumulado de 2015, que foi de 10,66%; apesar de o acumulado ter sido menor que em 2015, ainda ficou bem acima da meta prevista pelo Banco Central, que era de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de dezembro de 2016, divulgado pela Fundação Cepro, mostrou que, mesmo com os aumentos elevados verificados durante todo o ano, especialmente no grupo Alimentos, a inflação de Teresina fechou 2016 com valores acumulados de 9,66%, um ponto percentual a menos do que o acumulado de 2015, que foi de 10,66%; apesar de o acumulado ter sido menor que em 2015, ainda ficou bem acima da meta prevista pelo Banco Central, que era de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de dezembro de 2016, divulgado pela Fundação Cepro, mostrou que, mesmo com os aumentos elevados verificados durante todo o ano, especialmente no grupo Alimentos, a inflação de Teresina fechou 2016 com valores acumulados de 9,66%, um ponto percentual a menos do que o acumulado de 2015, que foi de 10,66%; apesar de o acumulado ter sido menor que em 2015, ainda ficou bem acima da meta prevista pelo Banco Central, que era de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos (Foto: Leonardo Lucena)

Por Cristiana Nunes

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de dezembro de 2016, divulgado pela Fundação Cepro, mostrou que, mesmo com os aumentos elevados verificados durante todo o ano, especialmente no grupo Alimentos, a inflação de Teresina fechou 2016 com valores acumulados de 9,66%, um ponto percentual a menos do que o acumulado de 2015, que foi de 10,66%.

Apesar de o acumulado ter sido menor que em 2015, ainda ficou bem acima da meta prevista pelo Banco Central, que era de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Dois, dos sete grupos que compõem a estrutura de cálculos, apresentaram variação acumulada superior ao Índice Geral.  Alimentação, que registrou aumento médio de 14,87%, com destaque para feijão (+52,30%, na média), leite em pó (+24,84%, na média), farinhas e massas (+23,55%, na média), açúcar cristal (+23,48%), verduras em geral (+22,14%) e leite pasteurizado (+18,04%).

O outro grupo com alta acumulada superior à média geral foi Saúde e Cuidados Pessoais (+10,13%), em que os produtos de higiene pessoal e remédios foram os principais indutores. “Apesar do índice ainda estar alto, o IPC vem mostrando uma queda progressiva desde junho do ano passado, mas estamos distantes da meta estipulada pelo governo”, explicou Elias Barbosa, diretor de Estatística e Informação da Fundação Cepro.

Em relação ao mês de dezembro de 2016, a variação acumulada dos preços foi de 0,43%, e teve na sua composição, mais uma vez, a influência dos alimentos, que subiram, em média, 0,74%.

O custo da Cesta Básica em dezembro de 2016 foi de R$ 328,92, valor 0,60% menor do que o gasto no mês de novembro, quando o preço dos mesmos produtos importou em R$ 330,91.

Segundo Elias Barbosa, a queda do preço do tomate puxou o valor da cesta básica para baixo. “O tomate determinou a queda no preço da cesta em dezembro”, finalizou o estatístico.

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