Internacional é campeão gaúcho dentro do Olímpico

Na casa do Grmio, vitria por 5 a 4 nos pnaltis garante o ttulo para o time de Falco

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Por Márcio Kroehn_247 – Dois técnicos, duas grandes histórias. Renato Gaúcho pelo lado do tricolor, Falcão pelo colorado. Um campeão do mundo em 1981, o outro tricampeão Brasileiro nos anos 70. Nessa disputa particular, quem levaria o troféu de campeão gaúcho para a sua galeria? A vitória do Grêmio no primeiro jogo da decisão do Campeonato Gaúcho, por 3 a 2 no Beira Rio, deixou a falsa impressão de que o título estava decidido. No Olímpico, o Inter deu o troco e venceu por 3 a 2, em um jogão de bola. As chances foram tantas durante os 90 minutos para cada um dos times que até o último minuto a decisão por pênaltis estava ameaçada. Mas a maior rivalidade entre dois times de um mesmo estado precisava ir para as longas penalidades:

E o Grêmio começou: Douglas 1 a 0;

O Inter empatou, com D’Alessandro;

O goleiro Renan defendeu, no canto direito, o chute de Willian Magrão;

Victor também pegou a cobrança do artilheiro Leandro Damião;

Fábio Rochemback fez 2 a 1 para o Grêmio;

Kléber, para o Inter, chutou mal e Victor pegou;

Renan manteve o Inter no jogo e pegou o chute de Lúcio;

Oscar empatou: 2 a 2 em quatro cobranças;

Lins chutou no meio e deixou o Grêmio na frente;

3 a 3, com Bolatti;

No início da série alternada, Rodolfo fez 4 a 3;

O zagueiro Nei empatou novamente;

Adílson chutou no canto direito de Renan, que espalmou;

E Zé Roberto garantiu o título para o Inter, 5 a 4.

Para conquistar o 40º título gaúcho no Estádio Olímpico – a última vez havia sido em 1982 – o Inter precisou lidar com a desvantagem. Além de ter perdido no final de semana anterior diante de sua torcida, a equipe praticamente assistiu o Grêmio fazer 1 a 0. Lúcio recebeu lançamento de Douglas e, livre de marcação, tocou na saída do goleiro Renan. Os gremistas só não ampliaram quatro minutos depois porque o goleiro colorado salvou nos pés de Viçosa. Até a metade do primeiro tempo, o Inter estava entregue ao time comandado por Renato Gaúcho e a torcida do Grêmio gritava olé. Foi aí que Falcão mexeu e mudou a partida. A saída de Juan para a entrada de Zé Roberto colocou o time mais a frente. Em sua primeira jogada, tocou da esquerda para Leandro Damião, quase sem ângulo, empatar.

O Inter foi para cima e o Grêmio apostava no contra-ataque. Lúcio perdeu uma chance de ouro, mas foi a insistência colorada que valeu o desempate, com Andrezinho, em um rebote do escanteio: 2 a 1 aos 45 minutos e final do primeiro tempo. Para os comentarias de plantão, o jogo seria “estudado” no segundo tempo, ou seja, com poucas chances de gol. Mas o que se viu foi um jogão, com boas chances de gol para as duas equipes até Zé Roberto aparecer livre, na área, e ser derrubado pelo goleiro Victor. D’Alessandro fez 3 a 1 e o Inter fazia, praticamente, o impossível no Olímpico. Mas como uma vitória como essa seria muito comum para uma rivalidade desse tamanho, Borges diminuiu para 3 a 2. O resultado era o mesmo do primeiro jogo, o que levava o gauchão para as penalidades. Antes, porém, Renan e Victor evitaram a decisão no tempo normal, com defesas extraordinárias. Nos pênaltis, deu Renan, ou melhor, deu Falcão, que consegue afastar o início de uma crise no Beira Rio com o título gaúcho.

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