Investigação contra Aécio sobre aeroporto ainda não foi concluída
O aeroporto teria custado R$ 14 milhões dos cofres públicos mineiros, quando Aécio Neves (PSDB) era governador; contudo, a investigação ainda acontece nas dependências do MP, que não apresentou qualquer conclusão; Aécio, que chegou a desmentir o uso da pista, depois admitiu que a usou, mas afirmou, também, não saber de irregularidades; fato pode configurar ato de improbidade administrativa
Pautando Minas - O Ministério Público do estado de Minas Gerais abriu investigações contra o senador Aécio Neves (PSDB) e o aeroporto construído em seu governo em território do seu tio-avô, na cidade de Cláudio, que estourou na campanha do tucano em 2014, para a presidência, quando ele foi derrotado por Dilma Rousseff (PT). No caso o tucano teria até usado a pista para fins pessoais, mesmo sem ter sido homologada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Aécio, portanto, usou dinheiro público para a construção do aeródromo em terreno de seu parente e sem qualquer finalidade, já que a pista não foi usada para outros fins, sejam comerciais ou econômicos, que beneficiasse Minas Gerais ou a pequena cidade. Segundo informações, o aeroporto teria custado R$14 milhões de reais dos cofres públicos mineiros. Contudo, a investigação ainda acontece nas dependências do MP, que ainda não apresentou qualquer conclusão.
Aécio que chegou a desmentir o uso da pista, depois admitiu que fez uso da mesma, mas afirmou, também, não saber da irregularidade imposta. A grande questão é que o fato pode configurar no mínimo ato de improbidade administrativa.
