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Iran questiona licença de João: "prioridade?"

Vereador Iran Barbosa (PT) criticou a licença sem remuneração de 45 dias concedida ao prefeito João Alves Filho (DEM), pela Câmara de Aracaju, que aprovou, nesta terça (26), o Decreto Legislativo 42/2014, que autoriza o afastamento do gestor municipais para tratar de 'assuntos particulares'; "Aracaju ficará sem o seu prefeito, que foi eleito para gerir a cidade, por 45 dias que coincidem, vejam só, com os dias que antecedem ao processo eletivo de 5 de outubro. É bom que a população acompanhe e avalie sobre como são colocadas as prioridades por essa Administração e pelo prefeito da cidade", disse

Vereador Iran Barbosa (PT) criticou a licença sem remuneração de 45 dias concedida ao prefeito João Alves Filho (DEM), pela Câmara de Aracaju, que aprovou, nesta terça (26), o Decreto Legislativo 42/2014, que autoriza o afastamento do gestor municipais para tratar de 'assuntos particulares'; "Aracaju ficará sem o seu prefeito, que foi eleito para gerir a cidade, por 45 dias que coincidem, vejam só, com os dias que antecedem ao processo eletivo de 5 de outubro. É bom que a população acompanhe e avalie sobre como são colocadas as prioridades por essa Administração e pelo prefeito da cidade", disse (Foto: Valter Lima)

Sergipe 247 - O vereador Iran Barbosa (PT) criticou a licença sem remuneração de 45 dias concedida ao prefeito João Alves Filho (DEM), pela Câmara de Aracaju, que aprovou, nesta terça-feira (26), o Decreto Legislativo 42/2014, que autoriza o afastamento do gestor municipais para tratar de 'assuntos particulares'.

O vereador Iran Barbosa, do PT, criticou a licença e chamou a atenção para o fato de que a concessão coincide, justamente, com o período eleitoral. "Aracaju ficará sem o seu prefeito, que foi eleito para gerir a cidade, por 45 dias que coincidem, vejam só, com os dias que antecedem ao processo eletivo de 5 de outubro. É bom que a população acompanhe e avalie sobre como são colocadas as prioridades por essa Administração e pelo prefeito da cidade", relatou.

O petista lembrou que, mesmo que o prefeito fosse candidato, a legislação não exigiria o seu afastamento, em caso de concorrer à reeleição. "Mas ele está se afastando para interesses particulares, concidentemente, no período que antecedem às eleições. Isso precisa ficar evidente para os aracajuanos, especialmente diante dos graves problemas que vive nosso povo", reiterou.