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Isolado em Goiás, Caiado agora lidera a Minoria

Deputado do Democratas, que pode ter de disputar uma vaga ao Senado em candidatura avulsa, foi indicado pelo líder do PSDB na Câmara Alta, Aloysio Nunes Ferreira (SP); Caiado, que já esteve fechado com o PSB de Eduardo Campos antes de ser vetado por Marina Silva, ensaiou composição chapa com o tucano Marconi Perillo, com quem vive às turras; também teria conversas com o PMDB dilmista no Estado, mas a chance é remota; ele diz que sua primeira missão como líder será garantir a CPI para investigar denúncias de corrupção na Petrobras; além de DEM e PSDB, a Minoria inclui partidos como o SDD, o PSB e o PPS

Deputado do Democratas, que pode ter de disputar uma vaga ao Senado em candidatura avulsa, foi indicado pelo líder do PSDB na Câmara Alta, Aloysio Nunes Ferreira (SP); Caiado, que já esteve fechado com o PSB de Eduardo Campos antes de ser vetado por Marina Silva, ensaiou composição chapa com o tucano Marconi Perillo, com quem vive às turras; também teria conversas com o PMDB dilmista no Estado, mas a chance é remota; ele diz que sua primeira missão como líder será garantir a CPI para investigar denúncias de corrupção na Petrobras; além de DEM e PSDB, a Minoria inclui partidos como o SDD, o PSB e o PPS (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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Com Agência Brasil

O vice-líder do DEM na Câmara dos Deputados, Ronaldo Caiado (GO), é o novo líder da Minoria no Congresso Nacional. Caiado foi indicado na quinta-feira (3) para o cargo pelo líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP). A Minoria é o maior partido ou bloco parlamentar em oposição no Parlamento e, além do DEM e do PSDB, inclui partidos como o SDD, o PSB e o PPS.

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Caiado não deve disputar a reeleição à Câmara dos Deputados. Seu objetivo político atualmente é conquistar uma vaga ao Senado por Goiás. Bem posicionado nas pesquisas, onde chega a liderar em alguns cenários, o democrata trabalha com a hipótese de candidatura avulsa, já que, diferente do bom trânsito nacional com os tucanos, vive às turras com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). As divergências, porém, podem ser momentaneamente deixadas de lado para que Caiado seja o candidato ao Senado na chapa que provavelmente terá Perillo na disputa pelo governo.

O democrata também conversa com o PMDB dilmista de Goiás, embora a chance de composição seja remota. Caiado já estava praticamente acertado com o PSB do governador Eduardo Campos (PE) até a chegada da Rede Sustentabilidade de Marina Silva, que vetou o democrata irreversivelmente.

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Referindo-se à apresentação do requerimento de criação de uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) para investigar denúncias de irregularidades na Petrobras, Caiado disse que assume a liderança da oposição em um momento importante. “Vamos iniciar o debate fortemente na próxima sessão do Congresso, marcada para o dia 15. Não vamos admitir que a manobra feita no Senado, encaminhando o requerimento da CPI para a Comissão de Constituição e Justiça, em uma tentativa de engavetar a CPI, se repita com a CPMI. Esta será a minha luta no Congresso Nacional", afirmou.

Desde quarta-feira (2), os partidos de oposição se mobilizam para tentar garantir a instalação da comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) destinada a investigar a Petrobras. Na Câmara, o líder do DEM, Mendonça Filho (PE), antecipou que o partido vai impedir que qualquer matéria seja votada em plenário até que o CPMI seja criada, o que inclui a pauta do esforço concentrado confirmada ontem pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

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Já os líderes do governo no Congresso, senador José Pimentel (PT-CE), e na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), protocolaram, há pouco, requerimento para criação de uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) para investigar irregularidades que incluem, além da compra da Refinaria de Pasadena, obras do metrô de São Paulo e do Distrito Federal e o contrato entre a Petrobras e o Porto de Suape, para construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

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