Italianos planejam levar instituto tecnológico para Catalão

Diretores da empresa Meccano estão na cidade e conversam com prefeito Jardel Sebba sobre as necessidades de instalação de unidade para dar suporte à indústria automotiva do município; instituto, cuja sede funciona em Ancona, na Itália, já atua na região do ABC paulista

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Goiás 247_ Representantes do instituto Meccano, sediado na Itália, desembarcaram em Catalão e ficam no município até o dia 1º de fevereiro. O objetivo do grupo é discutir com o prefeito Jardel Sebba (PSDB) a instalação de um instituto tecnológico de apoio à indústria automotiva em Catalão, que sedia as fábricas da Mitsubishi Motors, John Deere e também empresas satélites, fornecedoras das montadoras.

Acompanhada de técnicos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), da Secretaria Estadual de Indústria e Comércio e de Ciência e Tecnologia, a comitiva visitou o gabinete do prefeito na manhã desta quarta-feira (30/01). “Viemos conhecer as indústrias metal mecânicas, em particular, do setor automotivo que fica aqui na cidade. Queremos compreender a demanda por inovação tecnológica que existe hoje neste ramo”, disse Letizia Urbani (foto com Jardel), CEO da Meccano.

O instituto, cuja sede funciona em Ancona, na Itália, já atua na região do ABC paulista, principal polo industrial automotivo da América Latina. Concentra-se no atendimento das necessidades do setor automotivo, principalmente das empresas que trabalham como fornecedoras. “Quero dar as boas vindas à comitiva italiana do grupo Meccano e me colocar à disposição para o que for necessário”, afirmou Jardel.

O prefeito lembrou que uma das medidas já adotadas pela administração municipal para atrair mais investimentos para Catalão foi desapropriar áreas para ampliação do Distrito Minero Industrial de Catalão (Dimic). Após a audiência, a comitiva partiu para uma visita à Mitsubishi. O processo de escolha de um local para construir o instituto será dividido em cinco etapas: coleta de dados, análise de dados, elaboração de viabilidade técnica e econômica de instalação do Instituto e a forma de gerenciamento e condução do projeto.

“Nossa intenção é de ajudar o setor automotivo, incluindo a empresa âncora (Mitsubishi), e com maior foco para as empresas de segunda, terceira e quarta faixa, que atuam como fornecedoras para montadoras", frisou Letizia. "Queremos elevar o nível tecnológico e qualitativo para que haja pleno desenvolvimento do setor”. Projetos de inovação e tecnologia de pesquisa e desenvolvimento, internacionalização tecnológica, formação de especialistas e qualificação dos trabalhadores estão entre as ações do instituto.

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