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"Já estamos tirando Wagner da cadeira?"

Senador Walter Pinheiro, um dos nomes lançados pelo PT para a sucessão do governador Jaques Wagner, faz duras críticas à antecipação do debate feita pelos correligionários; "Quem tem quatro candidatos não tem nenhum, porque gera mais confusão aí"; senador alerta ainda que nem sempre ganha a corrida quem larga na frente

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Bahia 247

Visto como um dos favoritos dentro do PT para disputar a sucessão do governador Jaques pela expressiva votação que teve para o Senado em 2010, Walter Pinheiro fez duras críticas ao comportamento dos correligionários sobre a disputa do ano que vem. O senador disse em entrevista à rádio Tudo FM que nem sempre ganha a corrida quem larga na frente.

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"O PT tem quatro candidatos. Quem tem quatro candidatos não tem nenhum, porque gera mais confusão aí. Está errado. Nós temos o ano de 2013 como o principal ano para executar as coisas. O governador Jaques Wagner está no governo ainda. Nós já estamos discutindo quem vai pro lugar dele? Já estamos tirando ele da cadeira?", questionou o senador.

A executiva estadual do PT lançou como pré-candidatos o próprio senador Walter Pinheiro; o secretário de Planejamento do Estado, José Sérgio Gabrielli; o chefe da Casa Civil, Rui Costa; e o ex-prefeito de Camaçari, Luiz Caetano. "É um clube de corrida", criticou Pinheiro.

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O senador defende que todos os membros do governo e os parlamentares da base se concentrem em executar as obras previstas para o Estado até o final da gestão de Wagner em 2014. "À medida que você introduz a disputa eleitoral precoce, não tem debate sobre gestão. O debate é a eleição. Esse debate provoca rupturas, provoca problemas para dentro do governo".

Pinheiro alertou ainda para o risco de acender a ira de aliados com o discurso de predileção para os petistas encabeçarem a sonhada chapa única no primeiro turno da disputa.

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"É importante que neste ano da gestão a gente cada vez mais busque afinar com os aliados e não se distanciar dos aliados. Discutir a gestão com vários aliados do governo do estado. Os partidos aliados vão dizer 'Bom, nós estamos preocupado com a gestão e o principal partido da aliança está preocupado com a sucessão. E se a gente ficar quieto aqui, só tocando a gestão, nós não vamos ter nem chance de participar da discussão da eleição'. Você mesmo já provoca a cizânia interna. Esse tema não é um tema que contribui para ajudar. Só contribui para desagregar", avaliou o petista.

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