“Já que não pensa no Brasil, pense nos netos do Michelzinho”

Estilista que preparou um desfile inovador no São Paulo Fashion Week, com roupas de banho dos anos 1920, e incluindo idosos e deficientes, Ronaldo Fraga também protestou contra Michel Temer; ele vestia uma camiseta que dizia: "Mr. Presidente, se o senhor não pensa no Brasil, pense nos netos do Michelzinho"; "Infelizmente, a praga da lavoura está longe de acabar. (...) temos de sair do Facebook e ir para as ruas", afirmou em seu discurso; assista

Estilista que preparou um desfile inovador no São Paulo Fashion Week, com roupas de banho dos anos 1920, e incluindo idosos e deficientes, Ronaldo Fraga também protestou contra Michel Temer; ele vestia uma camiseta que dizia: "Mr. Presidente, se o senhor não pensa no Brasil, pense nos netos do Michelzinho"; "Infelizmente, a praga da lavoura está longe de acabar. (...) temos de sair do Facebook e ir para as ruas", afirmou em seu discurso; assista
Estilista que preparou um desfile inovador no São Paulo Fashion Week, com roupas de banho dos anos 1920, e incluindo idosos e deficientes, Ronaldo Fraga também protestou contra Michel Temer; ele vestia uma camiseta que dizia: "Mr. Presidente, se o senhor não pensa no Brasil, pense nos netos do Michelzinho"; "Infelizmente, a praga da lavoura está longe de acabar. (...) temos de sair do Facebook e ir para as ruas", afirmou em seu discurso; assista (Foto: Gisele Federicce)

SP 247 - O estilista Ronaldo Fraga inovou no São Paulo Fashion Week este ano, não apenas por ter montado uma praia com modelos de roupas de banho retrô no gramado ao lado da Oca, no Parque do Ibirapuera.

Mas também por ter incluído no casting modelos idosos e tatuados, pessoas com próteses nas pernas, muito brancos, muito negros, gordos, magros, baixos e altos, além de ter mandado um recado a Michel Temer.

Ao receber os aplausos, Fraga surgiu vestindo uma camiseta que dizia: "Mr. Presidente, se o senhor não pensa no Brasil, pense nos netos do Michelzinho". 

Segundo ele, a camiseta não fala apenas do decreto assinado pelo presidente que autoriza a exploração da Amazônia que pode causar desmatamento do tamanho da Suíça. "Infelizmente, a praga da lavoura está longe de acabar. (...) temos de sair do Facebook e ir para as ruas", afirmou, em discurso.

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