Janot dá parecer favorável às contas de Pimentel

Indo contra o posicionamento do TRE mineiro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, julgou improcedente a desaprovação das contas de campanha do governador Fernando Pimentel (PT); para Janot, que deu parecer favorável, com ressalvas, os erros cometidos foram formais, sem ma-fé por parte do petista; o procurador também é contra uma multa estipulada pelo Tribunal no valor de R$ 50,8 milhões para o PT

Indo contra o posicionamento do TRE mineiro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, julgou improcedente a desaprovação das contas de campanha do governador Fernando Pimentel (PT); para Janot, que deu parecer favorável, com ressalvas, os erros cometidos foram formais, sem ma-fé por parte do petista; o procurador também é contra uma multa estipulada pelo Tribunal no valor de R$ 50,8 milhões para o PT
Indo contra o posicionamento do TRE mineiro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, julgou improcedente a desaprovação das contas de campanha do governador Fernando Pimentel (PT); para Janot, que deu parecer favorável, com ressalvas, os erros cometidos foram formais, sem ma-fé por parte do petista; o procurador também é contra uma multa estipulada pelo Tribunal no valor de R$ 50,8 milhões para o PT (Foto: Luis Mauro Queiroz)

Minas 247 - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, julgou improcedente a desaprovação, pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas, das contas de campanha do governador mineiro Fernando Pimentel (PT) por abuso de poder econômico.

Indo contra o posicionamento do TRE-MG, Janot não entendeu que houve má-fé por parte do petista, mas sim um erro formal. O procurador também é contra a multa de R$ 50,8 milhões imposta pelo tribunal ao PT pelas irregularidades. 

O advogado da coligação "Minas para Você", Marco Antônio Rezende Teixeira, comemorou o posicionamento de Janot. Para ele, foi aplicado pelo TRE um conceito contábil equivocado.

“Matematicamente, sempre estivemos corretos. Foi levado em conta um conceito, uma ficção contábil. Houve uma transferência da conta do candidato para a conta do comitê financeiro e o tribunal considerou como se fosse uma nova doação. Foi uma mera formalidade”, explicou.

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