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João e aliados já divergem sobre alianças

João e Maria do Carmo são extremamente cautelosos ao responder o questionamento sobre que candidato apoiarão – se Jackson Barreto (PMDB), se Eduardo Amorim (PSC) ou se Valadares (PSB); dizem estar abertos para dialogar com todas as lideranças políticas; "Não existe um político em Sergipe que eu não me sinta à vontade para conversar", afirma o prefeito; Machado, por sua vez, diz que caminho mais fácil é manter acordo com Amorim; Vinicius Porto diz que DEM não pode estar com PT; Mendonça deseja aliança com Jackson; "tenho que levar em conta quem está melhor preparado para comandar o Estado", diz João

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João e Maria do Carmo são extremamente cautelosos ao responder o questionamento sobre que candidato apoiarão – se Jackson Barreto (PMDB), se Eduardo Amorim (PSC) ou se Valadares (PSB); dizem estar abertos para dialogar com todas as lideranças políticas; "Não existe um político em Sergipe que eu não me sinta à vontade para conversar", afirma o prefeito; Machado, por sua vez, diz que caminho mais fácil é manter acordo com Amorim; Vinicius Porto diz que DEM não pode estar com PT; Mendonça deseja aliança com Jackson; "tenho que levar em conta quem está melhor preparado para comandar o Estado", diz João (Foto: Valter Lima)
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Valter Lima, do Sergipe 247 – Definido que o prefeito João Alves Filho (DEM) não se lançará à disputa pelo governo do Estado, a principal questão colocada a partir de agora é que candidato receberá o apoio dele e do seu grupo na eleição deste ano. Na coletiva, que ocorreu nesta sexta-feira (4), as divergências de posicionamento ficaram evidentes. Dificilmente, o DEM em Sergipe tomará uma decisão antes do mês de junho.

João e sua esposa, a senadora Maria do Carmo, são extremamente cautelosos ao responder o questionamento sobre que candidato apoiarão – se o governador Jackson Barreto (PMDB), se o senador Eduardo Amorim (PSC) ou ainda se o senador Valadares (PSB). Dizem estar abertos para dialogar com todas as lideranças políticas. O prefeito disse estar disposto a conversar até mesmo com o PT “sem mágoas ou impedimentos”.

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JOÃO:  “NÃO EXISTE UM POLÍTICO COM QUEM EU NÃO POSSA CONVERSAR”

“Não existe um político em Sergipe que eu não me sinta à vontade para conversar. E não é só conversa austera não. Se me chamar para uma mesa de bar, eu vou também. Vamos discutir isso serenamente”, afirmou o prefeito.

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Indagado pelo Sergipe 247 se há determinação da Executiva Estadual que exclua algum partido da aliança, João disse existir “ponderações”, mas frisou que a decisão caberá, exclusivamente, ao Diretório Estadual.

MARIA: “NÃO TEM NADA DEFINIDO”

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A senadora Maria do Carmo seguiu a mesma linha de pensamento. “Estamos começando essa discussão [sobre alianças]. Não tem nada definido. Estamos discutindo com todos”, disse.

MACHADO: “DECISÃO SOBRE ALIANÇAS DEVE SER EM CONJUNTO COM TODOS”

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O vice-prefeito José Carlos Machado (PSDB) já na quinta-feira (3) solicitou o seu desligamento da presidência de todos os conselhos da administração para poder estar apto a participar da eleição como candidato. Ele diz que estará à disposição do partido para ser candidato a deputado – seja estadual ou federal – e até senador, embora tenha frisado que para esta última vaga a preferência é da atual senadora Maria do Carmo.

Machado frisou que enquanto a decisão de João Alves Filho de se manter na prefeitura e não disputar o governo foi “pessoal”, a definição das alianças do grupo “deverá ser tomada em conjunto com todos”. Para ele, “é mais fácil manter a aliança de 2012, com o agrupamento do senador Eduardo Amorim”.

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“Estamos dispostos a conversar, A Executiva Nacional liberou para conversarmos com todos. Termos aliança com o agrupamento de Amorim, que em 2012 elegeu João prefeito. Acho mais fácil manter uma aliança do que desfazer uma aliança e fazer outra”, ressaltou.

Mas lembrou de um fator importante: “para mim, tomar essa decisão é mais fácil. Para João, que é chefe do Executivo, é mais complexo. Temos a consciência que o município sozinho não resolve os problemas. Temos que contar com o Estado e com o governo federal. É uma equação de difícil resolução e isso também tem que ser lembrado no momento da definição eleitoral”, afirmou.

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VINICIUS: “NÃO PODEMOS ESTAR COM O PT”

O presidente da Câmara, vereador Vinicius Porto (DEM), afirmou que o DEM não poderá estar na mesma chapa em que esteja o PT. “A minha tese é que não podemos nos unir a nenhum candidato que tenha em sua chapa majoritária o PT. A gente pensa totalmente diferente deles. A população não iria aceitar em hipótese alguma”, afirmou.

A posição de Vinicius é acompanhada por outros vereadores como Renilson Felix e Manoel Marcos. Já o deputado federal Mendonça Prado é um entusiasta da candidatura do governador Jackson Barreto. É nesse clima de indefinição que o DEM levará os próximos 90 dias até decidir que caminho seguir.

“Eu tenho respeito por todos, mas na minha opção eu tenho que levar em conta, quem está melhor preparado para comandar o nosso estado. Isso é o que vai pesar”, disse João. 

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