João: "não posso fazer da prefeitura cabide de empregos"

Prefeito de Aracaju dá resposta dura a aliados que estão reclamando da falta de espaço na administração municipal, como Augusto Bezerra, Capitão Samuel, Renilson Félix e Anderson Góis;  “deputado é eleito pelo Estado e tem atuação em todo o Estado. O meu trabalho e atuação, como prefeito, é só na cidade. É em Aracaju. Quando eu era governador e tinha que atender o interior. Não posso encher a prefeitura de gente do interior”, disse; e avisou: "existem pessoas que acham que administrar é você colocar todos os aliados possíveis nos cargos e há outros, como eu, que acreditam que é realizar o atendimento das demandas da população”; será que João consegue acalmar os ânimos dos reclamões?

João: "não posso fazer da prefeitura cabide de empregos"
João: "não posso fazer da prefeitura cabide de empregos"

Valter Lima, do Sergipe 247 – O prefeito João Alves Filho (DEM) minimizou, durante entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (4), as críticas que vem recebendo de aliados por uma suposta falta de atenção e de espaço na gestão municipal. “Não quero fazer comentários específicos sobre isso. Não vou me ater a brigas por cargos. Compreendo a ansiedade daqueles que estavam há muito tempo fora do poder, mas não posso fazer da prefeitura cabide de empregos”, disse.

A declaração do prefeito de Aracaju é uma resposta às insatisfações dos deputados estaduais Augusto Bezerra (DEM) e Samuel Barreto (PSL), do vereador Renilson Félix (DEM) e do suplente de vereador Anderson Góis (PSL). Aos deputados, João respondeu que seu foco agora é atender demandas da cidade e manter diálogo com os vereadores, aos quais já recebeu por diversas vezes. “Deputado é eleito pelo Estado e tem atuação em todo o Estado. O meu trabalho e atuação, como prefeito, é só na cidade. É em Aracaju. Quando eu era governador e tinha que atender o interior. Não posso encher a prefeitura de gente do interior”, avisou.

Em relação ao vereador Renilson Félix, João disse que encontrou com o parlamentar ontem e ele negou que houvesse qualquer insatisfação com o prefeito (recentemente, Renilson reclamou da permanência de pessoas ligadas ao PT e ao PC do B na atual administração). “Renilson é um que não pode falar. É meu vice-líder e tem tido tratamento prioritário”, frisou. Quanto a Anderson Góis, João evitou direcionar comentários.

O prefeito ainda afirmou que há duas formas de ser político: “existem pessoas que acham que administrar é você colocar todos os aliados possíveis nos cargos e há outros, como eu, que acreditam que é realizar o atendimento das demandas da população”. 

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