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"João vendeu folha dos servidores", diz sindicato

Em texto enviado à imprensa nesta sexta-feira (1º), o Sindicato dos Bancários, presidido por José Souza, afirma que o prefeito João Alves Filho (DEM) "vendeu" a folha de pagamento dos servidores da prefeitura da capital para a Caixa Econômica Federal, "mesmo contrariando a decisão da Justiça, que havia suspendido o leilão da conta bancária do município, previsto para ser realizado no dia 21 de outubro do ano passado"

Em texto enviado à imprensa nesta sexta-feira (1º), o Sindicato dos Bancários, presidido por José Souza, afirma que o prefeito João Alves Filho (DEM) "vendeu" a folha de pagamento dos servidores da prefeitura da capital para a Caixa Econômica Federal, "mesmo contrariando a decisão da Justiça, que havia suspendido o leilão da conta bancária do município, previsto para ser realizado no dia 21 de outubro do ano passado" (Foto: Valter Lima)
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Sergipe 247 - Em texto enviado à imprensa nesta sexta-feira (1º), o Sindicato dos Bancários, presidido por José Souza, afirma que o prefeito João Alves Filho (DEM) "vendeu" a folha de pagamento dos servidores da prefeitura da capital para a Caixa Econômica Federal, "mesmo contrariando a decisão da Justiça, que havia suspendido o leilão da conta bancária do município, previsto para ser realizado no dia 21 de outubro do ano passado".

Desde o início da discussão sobre o tema, Souza tem defendido que as contas do Estado e municípios sergipanos devem permanecer no Banco do Estado de Sergipe (Banese), único banco estadual do Nordeste que resistiu à onda de privatização no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Além da folha de pagamento dos servidores, o prefeito João Alves pretendia retirar do Banese a arrecadação de tributos, como o ISS, o IPTU e o ITBI. "Fizemos a luta política e jurídica e fomos vitoriosos. Não podemos permitir o enfraquecimento do Banese, o banco do povo sergipano. O Tribunal de Justiça julgou nossa ação procedente. com o processo anulando o edital da licitação da conta do município", diz Souza.

"Porém, tivemos a confirmação hoje sobre a transação entre a PMA e a Caixa Econômica Federal. Temos a opinião de que essa negociação está eivada de vícios, uma vez que foi realizada ao arrepio da legislação que norteia a gestão pública. A Lei 8.666, de 21.06.1993, que trata da necessidade de licitação pública para atos dessa natureza", opina Souza.