José Eliton visita gigante do setor de fertilizantes

Missão liderada pelo vice-governador conheceu a indústria de fertilizantes Belaruskali, na cidade de Soligorski, a 130 km da capital Mins, em Belarus; complexo dedica-se à extração de potássio, exporta para mais de 60 países e detém um terço do mercado mundial; empresários goianos têm interesse no produto e começaram tratativas para novos negócios

Missão liderada pelo vice-governador conheceu a indústria de fertilizantes Belaruskali, na cidade de Soligorski, a 130 km da capital Mins, em Belarus; complexo dedica-se à extração de potássio, exporta para mais de 60 países e detém um terço do mercado mundial; empresários goianos têm interesse no produto e começaram tratativas para novos negócios
Missão liderada pelo vice-governador conheceu a indústria de fertilizantes Belaruskali, na cidade de Soligorski, a 130 km da capital Mins, em Belarus; complexo dedica-se à extração de potássio, exporta para mais de 60 países e detém um terço do mercado mundial; empresários goianos têm interesse no produto e começaram tratativas para novos negócios (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - Na tarde desta segunda-feira, a missão goiana liderada pelo vice-governador José Eliton visitou a indústria de fertilizantes Belaruskali, na cidade de Soligorski, com 100 mil habitantes e situada a 130 km da capital Minsk. O gigantesco complexo dedica-se à extração de potássio. Exporta para mais de 60 países e detém um terço do mercado mundial. Brasil, China, Índia e sudeste asiático são os principais parceiros comerciais.

O total exportado para o Brasil chegou a 2,3 milhões de toneladas em 2014. O volume de negócios atingiu US$ 690 milhões. A comitiva goiana foi recepcionada pelo vice-presidente da companhia, Andrei Rybak. Goiás ainda não é parceiro desta indústria de fertilizantes e a visita teve o objetivo de estabelecer os primeiros contatos.

A comitiva goiana ficou impressionada com os engenhos e a dimensão de Belaruskali. São 950 trabalhadores que se dedicam à dura tarefa de extrair cloreto de potássio granulado, fino e técnico. Inúmeros cursos de capacitação selecionam os recursos humanos. A cada turno, simultaneamente 250 operários se movimentam em estruturas mecanizadas de até 950 metros de profundidade. Inúmeras ramificações horizontais fazem desta indústria de fertilizantes uma verdadeira cidade subterrânea. Ventiladores ultra especializados fornecem oxigênio para equipes em ambiente de intensa profundidade.

Para que tenham segurança e para que o sistema de extração de potássio prospere sem interrupção, os trabalhadores precisam usar roupas apropriadas e serem submetidos a um regime especial, como se fosse um exército. O engenho é medido por segundos. Um atraso mínimo é inconcebível. Não se pode perder um minuto sequer. Há um rígido sistema de vigilância sobre o gás metano, todo ele computadorizado. Uma máquina funciona 18 horas de forma direta. Para garantir a segurança, equipes reveem e mantêm os equipamentos seis horas diárias. Com isso, a produção chega a 1 milhão de toneladas/dia.

O vice-governador José Eliton e comitiva viram de perto o funcionamento de uma imensa peça de extração de potássio, num cenário ao mesmo tempo rústico e sofisticado nos seus mecanismos. São cinco potentes equipamentos no complexo da indústria de fertilizantes Belaruskali. Cada um levou cinco anos para ser implantado, ao custo de US$ 200 milhões. No total, os investimentos chegaram a US$ 1 bilhão. A potência elétrica é composta por dois transformadores de 40 megawatts. A produção bruta anual chega a 6 milhões de toneladas de potássio (2 milhões do produto puro).

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