Jovair descarta vaquinha pró-Jefferson no PTB

Deputado federal goiano diz que ajuda está fora de cogitação e que sequer poderá contribuir pessoalmente: "Está fora da minha realidade financeira”; antes de ser preso, o delator do mensalão disse que sua conta no Banco do Brasil está disponível para interessados em oferecer sua contribuição e citou nominalmente Jovair Arantes e os senadores Fernando Collor e Gim Argello como possíveis doadores; a multa é de R$ 720 mil

Deputado federal goiano diz que ajuda está fora de cogitação e que sequer poderá contribuir pessoalmente: "Está fora da minha realidade financeira”; antes de ser preso, o delator do mensalão disse que sua conta no Banco do Brasil está disponível para interessados em oferecer sua contribuição e citou nominalmente Jovair Arantes e os senadores Fernando Collor e Gim Argello como possíveis doadores; a multa é de R$ 720 mil
Deputado federal goiano diz que ajuda está fora de cogitação e que sequer poderá contribuir pessoalmente: "Está fora da minha realidade financeira”; antes de ser preso, o delator do mensalão disse que sua conta no Banco do Brasil está disponível para interessados em oferecer sua contribuição e citou nominalmente Jovair Arantes e os senadores Fernando Collor e Gim Argello como possíveis doadores; a multa é de R$ 720 mil (Foto: José Barbacena)
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Goiás247 - Já na cadeia cumprindo pena pelo julgamento do chamado “mensalão”, Roberto Jefferson não terá ajuda dos seus companheiros do PTB para pagar a multa de R$ 720 mil imputada pela Justiça. O deputado federal goiano Jovair Arantes afirma que o partido não vai organizar uma vaquinha pró-Jefferson, assim como os petistas fizeram com José Genoino e Delúbio Soaes.

“Aquilo está fora de cogitação. Se eu puder ajudar do ponto de vista partidário, o farei com certeza. Não tem como ajudar pessoalmente, está fora da minha realidade financeira”, disse Jovair ao jornal O Popular, de Goiânia, nesta terça-feira (25).

“Minha conta no BB está disponível para os amigos, correligionários e interessados em oferecer sua contribuição”, escreveu Jefferson no seu Twitter antes de ser detido. No começo de fevereiro, o delator do “mensalão” citou Jovair e os senadores Fernando Collor e Gim Argello como possíveis doadores.

Jovair disse ao Popular que aprova a gestão de Jefferson à frente do comando do partido. “Problemas todos têm, mas como presidente ele teve uma conduta muito boa”. O deputado goiano ainda critica a recusa do pedido de prisão domiciliar para Jefferson. “Acho que foi um pouco exagerado. Ele fez uma cirurgia grave recentemente”, disse.

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