Juiz manda Google remover vídeo de sexo no carnaval

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decidiu que o Google deve tirar do ar um vídeo de um casal fazendo sexo à luz do dia numa rua de Salvador no carnaval deste ano; autores da ação contra o site de busca, Paulo Sérgio Andrade Pinheiro e Nayana Almeida Alvarenga, afirmam que não estão nas cenas do vídeo, mas que seus nomes e fotos estão vinculados às imagens; o casal tomou conhecimento do material por meio do WhatsApp dia 23 de fevereiro

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decidiu que o Google deve tirar do ar um vídeo de um casal fazendo sexo à luz do dia numa rua de Salvador no carnaval deste ano; autores da ação contra o site de busca, Paulo Sérgio Andrade Pinheiro e Nayana Almeida Alvarenga, afirmam que não estão nas cenas do vídeo, mas que seus nomes e fotos estão vinculados às imagens; o casal tomou conhecimento do material por meio do WhatsApp dia 23 de fevereiro
O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decidiu que o Google deve tirar do ar um vídeo de um casal fazendo sexo à luz do dia numa rua de Salvador no carnaval deste ano; autores da ação contra o site de busca, Paulo Sérgio Andrade Pinheiro e Nayana Almeida Alvarenga, afirmam que não estão nas cenas do vídeo, mas que seus nomes e fotos estão vinculados às imagens; o casal tomou conhecimento do material por meio do WhatsApp dia 23 de fevereiro (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decidiu que o Google deve tirar do ar um vídeo de um casal fazendo sexo à luz do dia numa rua de Salvador no carnaval deste ano. O juiz Argemiro de Azevedo Dutra, da 1ª Vara Cível de Salvador, aplicou multa diária de R$ 10 mil, limitada a R$ 1 milhão, em caso de descumprimento da decisão.

Os autores da ação, Paulo Sérgio Andrade Pinheiro e Nayana Almeida Alvarenga, afirmam que não estão nas cenas do vídeo, mas que seus nomes e fotos estão vinculados às imagens. O casal tomou conhecimento do material por meio do WhatsApp dia 23 de fevereiro. O nome dos dois estava sendo relacionado ao vídeo, conforme publicação do site Bahia Notícias.

De acordo com Argemiro de Azevedo, a "circulação desse vídeo, associado aos nomes dos autores e mesmo a uma fotografia de conteúdo normal, sem que se tenha parâmetros de certeza quanto à identidade dos figurantes, representa circunstância de alta temeridade e extravagante dano à imagem dos autores".

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