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Justiça bloqueia bens de ex-fiscal da máfia do ISS

Juíza Maricy Maraldi, da 9ª Vara da Fazenda Pública decretou nesta quarta-feira, 23, a indisponibilidade de R$ 11,5 milhões em bens do ex-fiscal Luís Alexandre Cardoso de Magalhães e da ex-mulher dele Ana Luzia dos Passos Rosa de Magalhães; ao atender pedido do Ministério Público de São Paulo, a magistrada afirmou haver "indícios suficientes da ocorrência de atos de improbidade, em razão do suposto envolvimento dos demandados em esquema de corrupção de lavagem de capitais"; Magalhães já foi denunciado criminalmente por pertencer à máfia do ISS, que, segundo a prefeitura, desviou cerca de R$ 500 milhões dos cofres municipais

Juíza Maricy Maraldi, da 9ª Vara da Fazenda Pública decretou nesta quarta-feira, 23, a indisponibilidade de R$ 11,5 milhões em bens do ex-fiscal Luís Alexandre Cardoso de Magalhães e da ex-mulher dele Ana Luzia dos Passos Rosa de Magalhães; ao atender pedido do Ministério Público de São Paulo, a magistrada afirmou haver "indícios suficientes da ocorrência de atos de improbidade, em razão do suposto envolvimento dos demandados em esquema de corrupção de lavagem de capitais"; Magalhães já foi denunciado criminalmente por pertencer à máfia do ISS, que, segundo a prefeitura, desviou cerca de R$ 500 milhões dos cofres municipais (Foto: Aquiles Lins)

SP 247 - A juíza Maricy Maraldi, da 9ª Vara da Fazenda Pública decretou nesta quarta-feira, 23, a indisponibilidade de R$ 11,5 milhões em bens do ex-fiscal Luís Alexandre Cardoso de Magalhães e da ex-mulher dele Ana Luzia dos Passos Rosa de Magalhães.

Ao atender pedido do Ministério Público de São Paulo, a magistrada afirmou haver "indícios suficientes da ocorrência de atos de improbidade, em razão do suposto envolvimento dos demandados em esquema de corrupção de lavagem de capitais".

Promotores da área de Patrimônio Público pedem também multa aos dois e quatro empresas de Magalhães no valor de três vezes os bens rastreados, totalizando R$ 46 milhões.

Magalhães já foi denunciado criminalmente por pertencer à máfia do ISS, que, segundo a prefeitura, desviou cerca de R$ 500 milhões dos cofres municipais. Os fiscais cobravam propina para emitir certificados de quitação do tributo sobre serviços para obras de empreendimentos imobiliários.

O ex-servidor já foi denunciado criminalmente por pertencer à máfia do ISS, que, segundo a prefeitura, desviou cerca de R$ 500 milhões dos cofres municipais. Os fiscais cobravam propina para emitir certificados de quitação do tributo sobre serviços para obras de empreendimentos imobiliários.