Justiça determina bloqueio de bens de irmão de Perrella

Justiça de Minas Gerais determinou o bloqueio de bens do empresário Alvimar de Oliveira Costa, irmão do senador Zezé Perrella (PDT-MG), e da empresa Styllus Alimentação Ltda., da qual Costa é um dos sócios, além de mais 14 pessoas e outras cinco empresas até o valor de R$ 81 milhões; decisão foi dada pelo juiz da 7ª Vara da Fazenda Pública, Carlos Donizetti Ferreira da Silva, e tem como objetivo garantir a execução de uma possível condenação, que ainda não ocorreu, por suspeita de formação de cartel, improbidade administrativa e lavagem de dinheiro no fornecimento de alimentação a presídios no Estado

Justiça de Minas Gerais determinou o bloqueio de bens do empresário Alvimar de Oliveira Costa, irmão do senador Zezé Perrella (PDT-MG), e da empresa Styllus Alimentação Ltda., da qual Costa é um dos sócios, além de mais 14 pessoas e outras cinco empresas até o valor de R$ 81 milhões; decisão foi dada pelo juiz da 7ª Vara da Fazenda Pública, Carlos Donizetti Ferreira da Silva, e tem como objetivo garantir a execução de uma possível condenação, que ainda não ocorreu, por suspeita de formação de cartel, improbidade administrativa e lavagem de dinheiro no fornecimento de alimentação a presídios no Estado
Justiça de Minas Gerais determinou o bloqueio de bens do empresário Alvimar de Oliveira Costa, irmão do senador Zezé Perrella (PDT-MG), e da empresa Styllus Alimentação Ltda., da qual Costa é um dos sócios, além de mais 14 pessoas e outras cinco empresas até o valor de R$ 81 milhões; decisão foi dada pelo juiz da 7ª Vara da Fazenda Pública, Carlos Donizetti Ferreira da Silva, e tem como objetivo garantir a execução de uma possível condenação, que ainda não ocorreu, por suspeita de formação de cartel, improbidade administrativa e lavagem de dinheiro no fornecimento de alimentação a presídios no Estado (Foto: Valter Lima)

247 - A Justiça de Minas Gerais determinou o bloqueio de bens do empresário Alvimar de Oliveira Costa, irmão do senador Zezé Perrella (PDT-MG), e da empresa Styllus Alimentação Ltda., da qual Costa é um dos sócios, além de mais 14 pessoas e outras cinco empresas até o valor de R$ 81 milhões.

A decisão foi dada pelo juiz da 7ª Vara da Fazenda Pública, Carlos Donizetti Ferreira da Silva, e tem como objetivo garantir a execução de uma possível condenação, que ainda não ocorreu, por suspeita de formação de cartel, improbidade administrativa e lavagem de dinheiro no fornecimento de alimentação a presídios no Estado. Os envolvidos são acusados de fraudar licitações promovidas pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) entre os anos de 2009 a 2012.

Segundo o Ministério Público, a principal fornecedora é a Stillus Alimentação Ltda. Os sócios da empresa e um advogado "obtinham a colaboração de outras empresas, que também tiveram bens bloqueados, para suprimir a possibilidade de competição em licitações". Um dos acusados era encarregado de "inscrever, representar e ofertar lances para as outras empresas, escolhendo aquelas que seriam vencedoras nas licitações. Era dada preferência à Stillus nos contratos mais vantajosos".

O MP informou que houve a conivência de servidores da Secretaria de Estado de Defesa Social encarregados da fiscalização dos contratos. Segundo o órgão, eles não faziam a supervisão "pela promessa de pagamento de vantagens indevidas". A Promotoria citou um então diretor administrativo do presídio da cidade de Três Corações (300 km de Belo Horizonte) que também é acusado de negligência na fiscalização do fornecimento da alimentação dos presos.

Conheça a TV 247

Mais de Geral

Ao vivo na TV 247 Youtube 247