Justiça mantém decisão que afasta Marinho do TCE

Na decisão tomada pela desembargadora Isabel Cogan, da Justiça de São Paulo, não há motivos para reverter a decisão provisória tomada em agosto, que afastou o conselheiro Robson Marinho do Tribunal de Contas do Estado depois que o MP apontou que ele recebeu propina para beneficiar a multinacional Alstom em um contrato de energia

Na decisão tomada pela desembargadora Isabel Cogan, da Justiça de São Paulo, não há motivos para reverter a decisão provisória tomada em agosto, que afastou o conselheiro Robson Marinho do Tribunal de Contas do Estado depois que o MP apontou que ele recebeu propina para beneficiar a multinacional Alstom em um contrato de energia
Na decisão tomada pela desembargadora Isabel Cogan, da Justiça de São Paulo, não há motivos para reverter a decisão provisória tomada em agosto, que afastou o conselheiro Robson Marinho do Tribunal de Contas do Estado depois que o MP apontou que ele recebeu propina para beneficiar a multinacional Alstom em um contrato de energia (Foto: Gisele Federicce)

SP 247 – A Justiça de São Paulo manteve a decisão provisória que afastou o conselheiro Robson Marinho do Tribunal de Contas do Estado (TCE) em agosto. No entendimento da desembargadora Isabel Cogan, não há razões para reverter a decisão agora.

Marinho foi afastado depois que o Ministério Público Estadual o acusou de receber propina da Alstom para favorecer a multinacional em um contrato no setor de energia fechado com o governo paulista.

Ele fez com que a empresa conseguisse contrato sem licitação com estatais paulistas em 1998, durante o governo do tucano Mário Covas. Autoridades suíças disseram que ele tinha US$ 2,7 milhões em uma conta bancária em nome de uma offshore ligada a ele e a sua esposa. Ele tem cerca de US$ 3 milhões bloqueados no país europeu.

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