Justiça proíbe aparição de Skaf em programa da Fiesp

Juiz Luiz Guilherme da Costa Wagner acatou ação do Ministério Público que acusa o candidato do PMDB em SP usar a estrutura da entidade para se promover; em 2013, ele foi pessoalmente ao Supremo Tribunal Federal fazer lobby contra o IPTU progressivo defendido pelo prefeito de SP, Fernando Haddad (PT); além disso, gastou quase R$ 1 bilhão na inauguração de 60 escolas pelo Projeto Educacional Sesi-Senai, em que esteve presente pessoalmente

Sao Paulo, 05 de Agosto de 2013. 14º Enontro de Energia. Participaram da solenidade de Abertura: Paulo Skaf, Presidente da FIESP, Carlos Cavalcanti, Diretor-titular do Deinfra, Marcio Zimmermmann, Secretario Executivo MME, Victorio Oxilia Davalos, Secreta
Sao Paulo, 05 de Agosto de 2013. 14º Enontro de Energia. Participaram da solenidade de Abertura: Paulo Skaf, Presidente da FIESP, Carlos Cavalcanti, Diretor-titular do Deinfra, Marcio Zimmermmann, Secretario Executivo MME, Victorio Oxilia Davalos, Secreta (Foto: Roberta Namour)
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247 - O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo proibiu o presidente da Fiesp e candidato do PMDB ao governo do Estado, Paulo Skaf, de aparecer nas propagandas da entidade.

Nos últimos cinco anos, o pré-candidato do PMDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf, tem usado a estrutura da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para projetar sua imagem no Estado.

Em 2013, foi pessoalmente ao Supremo Tribunal Federal fazer lobby contra o IPTU progressivo defendido pelo prefeito de SP, Fernando Haddad (PT).

Skaf já gastou quase R$ 1 bilhão na inauguração de 60 escolas - só em 2013, foram 26 unidades inauguradas pessoalmente por ele, no Projeto Educacional Sesi-Senai.

A decisão liminar do juiz Luiz Guilherme da Costa Wagner proíbe a aparição da imagem ou da voz de Skaf nas inserções do sistema Fiesp. 

Ministério Publico acusa o candidato de aparecer por mais de 25 horas na propagandas televisivas no primeiro semestre de 2013, "com o intuito de disseminar a imagem de bom administrador e conhecedor dos problemas que afligem a população de São Paulo".

O PSDB entrou com representação contra o candidato, cobrando que Skaf pague multa equivalente ao valor gasto para a compra dos espaços televisivo, além de arcar com mais R$10 mil por propaganda eleitoral antecipada.

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