Justiça veta imagem de Campos em propaganda

A Justiça Eleitoral de Pernambuco proibiu o uso da imagem de Eduardo Campos como candidato à Presidência da República; multa de R$ 15 mil foi arbitrada caso continue ocorrendo distribuição de novas propagandas; para o Ministério Público Eleitoral utilização da imagem do ex-governador pela coligação comandada pelo PSB pernambucano afronta os princípios da veracidade, legalidade e publicidade

A Justiça Eleitoral de Pernambuco proibiu o uso da imagem de Eduardo Campos como candidato à Presidência da República; multa de R$ 15 mil foi arbitrada caso continue ocorrendo distribuição de novas propagandas; para o Ministério Público Eleitoral utilização da imagem do ex-governador pela coligação comandada pelo PSB pernambucano afronta os princípios da veracidade, legalidade e publicidade
A Justiça Eleitoral de Pernambuco proibiu o uso da imagem de Eduardo Campos como candidato à Presidência da República; multa de R$ 15 mil foi arbitrada caso continue ocorrendo distribuição de novas propagandas; para o Ministério Público Eleitoral utilização da imagem do ex-governador pela coligação comandada pelo PSB pernambucano afronta os princípios da veracidade, legalidade e publicidade (Foto: Voney Malta)

Pernambuco247 – Ainda é possível encontrar muitas propagandas de Eduardo Campos como candidato à Presidência da República pelas ruas e avenidas de Recife. Em muitos atos de campanha, lá estão bandeiras com os nomes de Eduardo e Marina.

Entretanto, a Justiça Eleitoral de Pernambuco decidiu vetar o uso da imagem do ex-governador como candidato em novas propagandas em todo o Estado de Pernambuco. Ele morreu em um acidente aéreo em Santos, no dia 13 de agosto, sendo substituído pela sua vice, Marina Silva (PSB), na corrida presidencial.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE), através do desembargador Júlio Cézar Santos da Silva, decidiu, ainda, arbitrar uma multa de R$ 15 mil caso ocorra distribuição de propaganda que aponte Eduardo Campos ainda como candidato.

Advogados da coligação do candidato ao governo pernambucano pelo PSB, Paulo Câmara, garantes que desde o falecimento de Campos não o colocam mais como candidato. Eles justificam que antes do acidente o material de campanha foi disponibilizado para download e que é, por conta disso, impossível ter controle.

Mas para o Ministério Público Eleitoral a coligação comandada pelo PSB continua utilizando e veiculando a propaganda. E que tal situação atinge e afronta os princípios da veracidade, legalidade e publicidade.

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