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Kalil determina que ônibus tenham ar-condicionado

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, assinou um decreto determinando que os veículos do transporte coletivo e convencional de passageiros adquiridos a partir de agora venham equipados com sistema de ar condicionado e suspensão a ar; de acordo com o texto, somente os ônibus compatíveis com estas exigências serão registrados no sistema de transporte público

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, assinou um decreto determinando que os veículos do transporte coletivo e convencional de passageiros adquiridos a partir de agora venham equipados com sistema de ar condicionado e suspensão a ar; de acordo com o texto, somente os ônibus compatíveis com estas exigências serão registrados no sistema de transporte público (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, assinou um decreto determinando que os veículos do transporte coletivo e convencional de passageiros adquiridos a partir de agora venham equipados com sistema de ar condicionado e suspensão a ar.  De acordo com o texto, publicado nesta sexta-feira (3) do Diário Oficial do Município (DOM), somente os ônibus compatíveis com estas exigências serão registrados no sistema de transporte público.

Conforme o decreto, os veículos já adquiridos pelas empresas de transporte e que não atendam aos requisitos terão até a próxima sexta-feira (10) para protocolar na Empresa de Trânsito e Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) comprovante da compra em data anterior à determinação municipal.

O chefe do executivo municipal autorizou a BHTrans a instituir um grupo técnico de trabalho para proceder às adequações técnicas necessárias referentes ao decreto 13.384/2008, que regulamenta os serviços de transporte público da capital mineira.

Recentemente, o Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou ações civis públicas (ACPs) contra a Secretaria de Estado de Transporte e Obras Públicas (Setop) e a BHTrans para diminuir os índices de adoecimento entre os profissionais do transporte público. Segundo órgão, as doenças mais graves que acometem a categoria são consequência da exposição excessiva a calor e vibração, a ruído, três fatores diretamente ligados à localização dianteira dos motores destes ônibus. 

Entre as exigências estão ar condicionado, ; motor traseiro enclausurado, com isolamento térmico e acústico; câmbio automático e direção hidráulica bancos ergonômicos com encosto de cabeça para o motorista; e cintos de segurança.

O órgão havia informado que os resultados destas ações poderão beneficiar 25 mil dos 33 mil motoristas e cobradores que trabalham no transporte coletivo em Minas.