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Kátia Abreu critica ministra: pobre come, bebe e se veste com 1/4 de salário mínimo

A senadora Kátia Abreu foi ao Twitter para criticar a pedida salarial da ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, que extrapolaria o teto constitucional. Valois queria ganhar R$ 60 mil por mês, mas depois da polêmica acabou desistindo; "A Min.dos Dir.Humanos pergunta como vai vestir, comer ou beber com 30.000,00 por mês.É só perguntar p/ quem ganha 1/4 de salário mínimo mês", escreveu a senadora; a ministra chegou a comparar sua atividade e o salário de R$ 33 mil com o trabalho escravo

A senadora Kátia Abreu foi ao Twitter para criticar a pedida salarial da ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, que extrapolaria o teto constitucional. Valois queria ganhar R$ 60 mil por mês, mas depois da polêmica acabou desistindo; "A Min.dos Dir.Humanos pergunta como vai vestir, comer ou beber com 30.000,00 por mês.É só perguntar p/ quem ganha 1/4 de salário mínimo mês", escreveu a senadora; a ministra chegou a comparar sua atividade e o salário de R$ 33 mil com o trabalho escravo (Foto: José Barbacena)

247 - A senadora Kátia Abreu foi ao Twitter para criticar a pedida salarial da ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, que extrapolaria o teto constitucional. Valois queria ganhar R$ 60 mil por mês, mas depois da polêmica acabou desistindo.

"A Min.dos Dir.Humanos pergunta como vai vestir, comer ou beber com 30.000,00 por mês.É só perguntar p/ quem ganha 1/4 de salário mínimo mês", escreveu a senadora.

"É melhor ouvir certas coisas do que ser surda. São 45 milhões de pobres e extremamente pobres no Brasil", concluiu Kátia Abreu.

Polêmica

A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, apresentou ao governo um pedido para acumular seu salário com o de desembargadora aposentada, o que lhe garantiria vencimento bruto de 61.400 reais. Segundo informações da coluna de Andreza Matais, do jornal Estado de S. Paulo, desta quinta-feira, Luislinda reclama que devido ao teto constitucional só pode ficar com 33.700 reais do total de rendimentos, o que, para ela, “se assemelha ao trabalho escravo”.