Kátia: acordo com EUA fortalece biocombustíveis

Acompanhando a presidente Dilma Rousseff nas reuniões com o presidente Barack Obama nessa quarta-feira, 30, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu comemorou a declaração conjunta dois dois países, de dobrar o uso de biocombustíveis e energia renovável e o comércio com os EUA em dez anos; "Vejo a inclusão do etanol e da bioeletricidade nas discussões como uma política clara do governo brasileiro de fortalecimento do setor e do fomento de comércio internacional de biocombustíveis", disse a ministra; Dilma disse que o Brasil busca atingir uma participação de 28% a 33% de fontes renováveis na matriz energética, sem contar a geração hidráulica, até 2030

Acompanhando a presidente Dilma Rousseff nas reuniões com o presidente Barack Obama nessa quarta-feira, 30, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu comemorou a declaração conjunta dois dois países, de dobrar o uso de biocombustíveis e energia renovável e o comércio com os EUA em dez anos; "Vejo a inclusão do etanol e da bioeletricidade nas discussões como uma política clara do governo brasileiro de fortalecimento do setor e do fomento de comércio internacional de biocombustíveis", disse a ministra; Dilma disse que o Brasil busca atingir uma participação de 28% a 33% de fontes renováveis na matriz energética, sem contar a geração hidráulica, até 2030
Acompanhando a presidente Dilma Rousseff nas reuniões com o presidente Barack Obama nessa quarta-feira, 30, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu comemorou a declaração conjunta dois dois países, de dobrar o uso de biocombustíveis e energia renovável e o comércio com os EUA em dez anos; "Vejo a inclusão do etanol e da bioeletricidade nas discussões como uma política clara do governo brasileiro de fortalecimento do setor e do fomento de comércio internacional de biocombustíveis", disse a ministra; Dilma disse que o Brasil busca atingir uma participação de 28% a 33% de fontes renováveis na matriz energética, sem contar a geração hidráulica, até 2030 (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, acompanhou a presidente Dilma Rousseff nessa quarta-feira, 30, nos compromissos com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Kátia destacou que meta definida na declaração conjunta dois dois países, de dobrar o uso de biocombustíveis e energia renovável e o comércio com os EUA em dez anos, além da adoção de medidas ambiciosas de reduções de gases de efeito estufa no período 2020/2030, no âmbito da agenda da COP 21, representam "um forte sinalizador para o setor de que o fomento ao comércio internacional de biocombustíveis será fortalecido".

"Vejo a inclusão do etanol e da bioeletricidade nas discussões como uma política clara do governo brasileiro de fortalecimento do setor e do fomento de comércio internacional de biocombustíveis", disse a ministra.

A presidente Dilma disse que o Brasil busca atingir uma participação de 28% a 33% de fontes renováveis na matriz energética, sem contar a geração hidráulica, até 2030. Além disso, o Brasil pretende eliminar o desmatamento ilegal no território nacional nos próximos 15 anos e, em igual período, reflorestar 12 milhões de hectares.

Do lado brasileiro foi anunciado o compromisso de aprimorar práticas de baixo carbono em terras agrícolas e pastagens por meio da promoção da agricultura sustentável e do aumento da produtividade e de novos padrões de tecnologia limpa para a indústria; do fomento a medidas adicionais de eficiência energética e aumento da utilização doméstica de fontes de energia não-fósseis em sua matriz energética.

O compromisso bilateral ainda inclui o estabelecimento de novos padrões de tecnologia limpa para a indústria; o fomento a medidas adicionais de eficiência energética; e o aumento da utilização doméstica de fontes de energia não-fósseis.

Dilma e Obama também afirmaram que se comprometem a trabalhar entre si e com outros parceiros para um acordo ambicioso e equilibrado na Conferência Mundial da ONU sobre o Clima (COP21), que será realizada em Paris em dezembro. Os dois países pretendem estabelecer uma sinalização firme à comunidade internacional que governos, empresas e sociedade civil estão decididos a enfrentar o desafio climático.

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