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Laudo sobre acidente fica pronto em 30 dias

A perícia do prédio do Moinho Motrisa, em Maceió, deverá ser feita pela Defesa Civil. A previsão é que o laudo sobre as causas do desabamento ocorrido ontem (7) fique pronto em até 30 dias. Mais de 20 residências estão interditadas por tempo indeterminado por conta dos riscos de desabamento da estrutura da fábrica. O comércio do entorno do Moinho permanece fechado nesta terça-feira (8). Até o momento nenhuma morte foi registrada. Cinco pessoas ficaram feridas. Apenas uma continua internada

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A perícia do prédio do Moinho Motrisa, em Maceió, deverá ser feita pela Defesa Civil. A previsão é que o laudo sobre as causas do desabamento ocorrido ontem (7) fique pronto em até 30 dias. Mais de 20 residências estão interditadas por tempo indeterminado por conta dos riscos de desabamento da estrutura da fábrica. O comércio do entorno do Moinho permanece fechado nesta terça-feira (8). Até o momento nenhuma morte foi registrada. Cinco pessoas ficaram feridas. Apenas uma continua internada (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - Um dia após o desabamento de parte da estrutura do Moinho Motrisa, localizado no bairro do Poço, em Maceió, tiveram início nesta terça-feira (8) os esforços para que sejam identificadas as causas do acidente. A perícia do prédio deve ser feita pela Defesa Civil e o laudo sobre as causas do desabamento deve ficar pronto em até 30 dias.

Embora as causas do acidente não sejam conhecidas, uma das possibilidades levantadas pelo Corpo de Bombeiros Militar é a de que o acidente tenha sido provocado pela situação do trigo que se encontrava dentro do silo, que estava congelado.

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"Não sabemos se esse produto pode ser armazenado dessa forma. Esse trigo congelado pode ter formado bolsões e fragilizado a estrutura, que desabou", afirma o major Burity.

De acordo com o coronel Edvaldo Nunes, da Defesa Civil Estadual, será feito um estudo da área para avaliar os riscos existentes no local.

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Depois que um dos silos desabou e espalhou cerca de 1.600 toneladas de grãos de trigo pelas ruas, soterrando carros e deixando cinco pessoas feridas, a estrutura que permanece no local ainda ameaça cair, representando perigo para as pessoas que residem e trabalham na região.

Nesta manhã, será feito um estudo da área para que os trabalhos de retirada dos grãos possa ter continuidade. Cerca de 1.200 toneladas continuam espalhadas pelas ruas do entorno do moinho. Apesar disso, o Corpo de Bombeiros diz ser remota a possibilidade de haver pessoas soterradas no local.

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Segundo a Defesa Civil Estadual, mais de 20 residências estão interditadas por tempo indeterminado, por conta dos riscos de desabamento da estrutura da fábrica. As famílias foram retiradas das residências e o comércio do entorno do Moinho Motrisa permanece fechado nesta terça-feira. As ruas também estão interditadas.

Ainda não se sabe o número de imóveis atingidos pelo rompimento de um dos silos do Moinho, mas a previsão para o retorno dos moradores é somente depois da conclusão do laudo. O local mais danificado com o acidente foi um condomínio, localizado ao lado prédio da indústria. Para evitar novos desabamentos, o Corpo de Bombeiros iniciou, ainda na noite de ontem (7), o esvaziamento dos silos que ficam intactos, que contém 1.600 toneladas de trigo.

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Ontem foram removidas 400 toneladas e o restante será retirada do armazenamento durante o dia de hoje. No local, um grande mutirão foi montado para fazer a retirada do trigo, que ainda impede o acesso da indústria.  O Corpo de Bombeiros informou ainda que não tem previsão para a Avenida Comendar Leão ser liberada.

O caso

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Na tarde desta segunda-feira (7) toneladas de trigo e concreto desabaram sobre os veículos deixando a população em pânico. Equipes do Corpo de Bombeiros, Samu, IML, Polícias Civil e Militar trabalharam no resgate de prováveis vítimas e na retirada do trigo. Cães farejadores foram usados para ajudar as equipes a localizar pessoas que possivelmente estavam soterradas entre os escombros e as toneladas de trigo que tomaram conta de uma extensa área.

Com gazetaweb.com

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