Lava Jato denuncia o primeiro em 2017

Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia contra o executivo da Decal do Brasil, Mariano Marcondes Ferraz, pelos crimes de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato; segundo o MPF, Ferraz teria pago propinas no valor de US$ 868.450,00, para conseguir a renovação do contrato firmado entre a Decal do Brasil e a Petrobras, no Porto de Suape, em Pernambuco

Executivo da Decal do Brasil, Mariano Marcondes Ferraz, é denunciado pelo MPF no âmbito da Operação Lava Jato
Executivo da Decal do Brasil, Mariano Marcondes Ferraz, é denunciado pelo MPF no âmbito da Operação Lava Jato (Foto: Paulo Emílio)

247 - Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia contra o executivo da Decal do Brasil, Mariano Marcondes Ferraz, pelos crimes de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato. Segundo o MPF, Ferraz teria pago propinas no valor de US$ 868.450,00, para conseguir a renovação do contrato firmado entre a Decal do Brasil e a Petrobras, no Porto de Suape, em Pernambuco.

O executivo foi preso pela Polícia Federal ao tentar embarcar em um voo partindo do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos/Cumbica, com destino a Londres, na Inglaterra. Ele foi solto após pagar fiança no valor de R$ 3 milhões.

De acordo com a denúncia oferecida pelo MPF, em 2006, a Petrobras contratou a Decal para a prestação de serviços de armazenagem e acostagem de navios no Complexo Industrial e Portuário de Suape. O contrato teria vigência de cinco anos.

"Ao final do contrato, havia resistência da estatal em realizar nova contratação da empresa, que insistia em renovar o contrato com preços majorados. Para resolver a situação a favor da Decal do Brasil, Mariano Marcondes Ferraz ajustou o pagamento de propina com Paulo Roberto Costa, então diretor de Abastecimento da estatal petrolífera", ressaltou o MPF na denúncia.

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