Lava Jato: Juiz alagoano diz que instituições se partidarizaram e falta isonomia

O juiz alagoano Marcelo Tadeu, da 12ª Vara Criminal da Capital, avalia que os brasileiros já questionam as mudanças nos três anos da Operação Lava Jato e as práticas da Procuradoria Geral da República; ele também reclama da partidarização das instituições; Marcelo Tadeu questiona, ainda, que o combate à corrupção precisa ser aplicado com neutralidade e não com investigações dirigidas; veja vídeo

O juiz alagoano Marcelo Tadeu, da 12ª Vara Criminal da Capital, avalia que os brasileiros já questionam as mudanças nos três anos da Operação Lava Jato e as práticas da Procuradoria Geral da República; ele também reclama da partidarização das instituições; Marcelo Tadeu questiona, ainda, que o combate à corrupção precisa ser aplicado com neutralidade e não com investigações dirigidas; veja vídeo
O juiz alagoano Marcelo Tadeu, da 12ª Vara Criminal da Capital, avalia que os brasileiros já questionam as mudanças nos três anos da Operação Lava Jato e as práticas da Procuradoria Geral da República; ele também reclama da partidarização das instituições; Marcelo Tadeu questiona, ainda, que o combate à corrupção precisa ser aplicado com neutralidade e não com investigações dirigidas; veja vídeo (Foto: Voney Malta)

Por Wanessa Oliveira/gazetaweb.com - Conhecido pelo posicionamento crítico diante da Lava Jato, o juiz Marcelo Tadeu, da 12ª Vara Criminal da Capital, comenta sobre últimas práticas da Procuradoria Geral da República e reforça que condutas efetuadas pelos órgãos terminaram por retirar a credibilidade da megaoperação.

Durante a entrevista, o magistrado também conversa sobre neutralidade jurídica, partidarização das instituições, e o combate à corrupção.

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