Lava Jato prende superintendente da Odebrecht em BH

Sérgio Luiz Neves, que comanda a Odebrecht em Minas, está preso prisão temporária, decretada pelo juiz Sérgio Moro, até este domingo, 26, durante a 26ª fase da operação Lava Jato; no despacho, Moro afirma que as anotações constantes nas tabelas apreendidas no "listão da Odebrecht" contém siglas que apontam o envolvimento dos três referidos executivos nos pagamentos a "Mineirinho"; Moro também autorizou mandado de busca e apreensão na casa do executivo Sérgio Neves e em endereços da empresa  

Sérgio Luiz Neves, que comanda a Odebrecht em Minas, está preso prisão temporária, decretada pelo juiz Sérgio Moro, até este domingo, 26, durante a 26ª fase da operação Lava Jato; no despacho, Moro afirma que as anotações constantes nas tabelas apreendidas no "listão da Odebrecht" contém siglas que apontam o envolvimento dos três referidos executivos nos pagamentos a "Mineirinho"; Moro também autorizou mandado de busca e apreensão na casa do executivo Sérgio Neves e em endereços da empresa
 
Sérgio Luiz Neves, que comanda a Odebrecht em Minas, está preso prisão temporária, decretada pelo juiz Sérgio Moro, até este domingo, 26, durante a 26ª fase da operação Lava Jato; no despacho, Moro afirma que as anotações constantes nas tabelas apreendidas no "listão da Odebrecht" contém siglas que apontam o envolvimento dos três referidos executivos nos pagamentos a "Mineirinho"; Moro também autorizou mandado de busca e apreensão na casa do executivo Sérgio Neves e em endereços da empresa   (Foto: Aquiles Lins)

Minas 247 - Durante a 26ª fase da operação Lava Jato, denominada de "Xepa", na terça-feira, 22, a Polícia Federal prendeu em Belo Horizonte o superintendente da construtora Odebrecht em Minas Gerais, Sérgio Luiz Neves.

Ele teve a prisão temporária decretada pelo juiz Sérgio Moro. No despacho, Moro afirma que foram apreendidas mensagens de Neves para Maria Lucia Tavares, responsável pela "contabilidade paralela" da construtora, com referências a um personagem identificado como "Mineirinho".

Segundo o juiz, "as anotações constantes nas tabelas apreendidas contêm siglas que apontam o envolvimento dos três referidos executivos nos pagamentos a "Mineirinho" ("BJ", "SN" e "CMF")".

Chamaram a atenção dos investigadores, sobretudo pelo grande volume de recursos que teriam recebido, como é o caso de "Mineirinho", apontado como destinatário de R$ 15 milhões entre 7 de outubro e 23 de dezembro de 2014. As entregas, segundo as planilhas, teriam sido feitas em Belo Horizonte.

Moro também autorizou mandado de busca e apreensão na casa do executivo Sérgio Neves e em endereços da empresa. 

 

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