Leilão da Receita Federal terá iPhones e itens a partir de R$ 100
Ao todo, o certame reúne 260 lotes que incluem desde eletrônicos até itens de luxo, como joias, vinhos e peças de vestuário de marcas conhecidas
247 - A Receita Federal do Brasil realizará, no próximo dia 14 de abril, um leilão de mercadorias apreendidas ou abandonadas com valores abaixo do mercado. Segundo informações da CNN Brasil, as propostas poderão ser enviadas entre os dias 9 e 14 de abril, com início às 8h do primeiro dia.
Ao todo, o certame reúne 260 lotes que incluem desde eletrônicos até itens de luxo, como joias, vinhos e peças de vestuário de marcas conhecidas. Um dos principais atrativos são os iPhones ofertados por valores inferiores à metade do preço praticado no varejo.Os lances devem ser feitos por lote fechado, ou seja, conjuntos de produtos previamente agrupados. Entre os itens mais acessíveis, há opções com valor inicial de R$ 100, como uma tiara e moedas antigas de coleção.Na outra ponta, o lote mais caro reúne mais de seis mil aparelhos de iluminação pública com tecnologia LED, com lance inicial de R$ 232,1 mil.
Entre os destaques, aparecem guitarras elétricas com acessórios a partir de R$ 900, além de um iPhone 15 Pro Max com lance inicial de R$ 1.400. Também há um Nintendo Switch a partir de R$ 500 e um microcomputador Apple com valor inicial de R$ 1.700.O leilão ainda inclui vinhos de alto padrão, como rótulos raros e safras antigas, joias de marcas reconhecidas, roupas de grifes internacionais, esculturas artísticas, peças automotivas e equipamentos de informática. Há também lotes com grande volume de produtos, como mais de mil controles de videogame disponíveis em uma única oferta.
Para participar, pessoas físicas devem ter mais de 18 anos ou serem emancipadas, possuir inscrição regular no CPF e nível de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema gov.br. Já pessoas jurídicas precisam estar com o CNPJ regular e atender aos mesmos requisitos de confiabilidade digital por meio de seu representante legal.A iniciativa é uma forma de dar destino a mercadorias retidas em operações fiscais, permitindo que os produtos retornem ao mercado com preços mais acessíveis, ao mesmo tempo em que gera arrecadação para os cofres públicos.