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Leoni Ramos pagou R$ 4,3 mi para doleiro Yousseff

Repasse foi feito pela Investminas para a consultoria MO, companhia de Alberto Youssef, preso pela PF, usada no esquema como fachada para pagamento de propina a políticos; empresa é um braço da GPI Participações e Investimentos S.A, que controla quatro das cinco empresas que compõem o fundo Constantinopla, que detém 51,1% do consórcio vencedor de Três irmãos, junto com a estatal Furnas

Repasse foi feito pela Investminas para a consultoria MO, companhia de Alberto Youssef, preso pela PF, usada no esquema como fachada para pagamento de propina a políticos; empresa é um braço da GPI Participações e Investimentos S.A, que controla quatro das cinco empresas que compõem o fundo Constantinopla, que detém 51,1% do consórcio vencedor de Três irmãos, junto com a estatal Furnas (Foto: Roberta Namour)

247 – Suspeito de manter sociedade com o doleiro preso pela PF, Alberto Youssef, o empresário Pedro Paulo Leoni Ramos também efetuou pagamento de R$ 4,3 milhões para a consultoria MO. O repasse foi feito por sua empresa Investminas à companhia usada no esquema como fachada para pagamento de propina a políticos.

Ex-ministro do governo de Fernando Collor de Mello, Leoni também é diretor-presidente da GPI que controla quatro das cinco empresas que compõem o fundo Constantinopla, que detém 51,1% do consórcio vencedor de Três irmãos, junto com a estatal Furnas.

A Investminas é um braço da GPI Participações e Investimentos S.A. A PF suspeita que Leoni seja sócio do doleiro no laboratório Labogen, que tentava fechar um acordo de Parceria para Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Ministério da Saúde e também buscava, em conluio com o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, contrato com a BR Distribuidora (leia mais).