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Levy Fidelix reconhece não ter como ‘sair vitorioso’

Em Maceió fazendo campanha e pedindo votos, o presidenciável Levy Fidelix (PRTB) reconheceu que não tem como sair vitorioso da disputa "diante da imposição da mídia em relação às pesquisas favoráveis à Dilma, Aécio e Marina"; ele também declarou que já é candidato em 2018; questionado sobre possível apoio a um segundo turno entre Dilma e Marina, o presidenciável disse que "seria ousadia de sua parte, em pleno debate, dizer que apoiaria A ou B"

Em Maceió fazendo campanha e pedindo votos, o presidenciável Levy Fidelix (PRTB) reconheceu que não tem como sair vitorioso da disputa "diante da imposição da mídia em relação às pesquisas favoráveis à Dilma, Aécio e Marina"; ele também declarou que já é candidato em 2018; questionado sobre possível apoio a um segundo turno entre Dilma e Marina, o presidenciável disse que "seria ousadia de sua parte, em pleno debate, dizer que apoiaria A ou B" (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - O candidato a presidente da República, Levy Fidelix (PRTB), está em Maceió fazendo campanha e pedindo votos para as apostas do partido aos cargos proporcionais em Alagoas. Em entrevista à imprensa, ele reafirmou que a intenção da sigla é eleger até três deputados federais no estado. Fidelix criticou a imprensa, a quem acusou de divulgar pesquisas eleitorais que - supostamente - beneficiariam os três candidatos mais bem colocados nas intenções de voto à Presidência. Ele acredita que não ganhará as eleições 'por ser esquecido da grande mídia'.

"Não tenho como sair vitorioso diante da imposição da mídia em relação às pesquisas favoráveis à Dilma Rousseff, Aécio Neves e Marina Silva. Estão sendo divulgadas pesquisas fajutas e infundadas. Nossas ideias já venceram. A hora que o povo quiser mudar, a gente vai mudar; porém, enquanto eu gasto um milhão de reais, Dilma gasta 200 milhões", lamenta o candidato.

Fidelix já garantiu que vai disputar o mesmo cargo em 2018, caso não obtenha êxito no pleito deste ano e acredita que há sentimento de mudança na maioria dos brasileiros. "O povo quer se libertar e ele está cada vez mais consciente. Estarei de volta em 2018; não tem problema", antecipa.

Ao lado de correligionários e de candidatos a deputados no estado, ele apresentou algumas das propostas do programa de governo do partido. Fidelix quer desonerar pelo menos 10 produtos da cesta básica; baixar impostos sobre remédios; instituir plano nacional da saúde do brasileiro, promovendo o atendimento de pessoas do Sistema Único de Saúde (SUS) em hospitais privados, que serão ressarcidos pelo estado; instituir salário família integral e que todas possam trabalhar; e reforma bancária e financeira. "Precisamos combater a inflação sem aplicar juros altos" , reforça.

Apesar do discurso em tom de crítica aos candidatos mais bem colocados nas pesquisas, questionado sobre possível apoio a um segundo turno entre Dilma e Marina, o presidenciável disse que "seria ousadia de sua parte, em pleno debate, dizer que apoiaria A ou B". Ele finaliza: "Ainda estou no aguardo que o povo reflita para que possa haver a grande virada. Estamos na expectativa, apesar de tudo, porque eleição e garimpo só na hora da apuracão".

Com gazetaweb.com