Líder do PT diz que relatório de Anastasia equivale a senha do golpe de 64
Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), fez um paralelo do processo de impeachment com o golpe militar de 1964 ao afirmar que o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), favorável ao afastamento da presidente eleita Dilma Rousseff,, equivaleria à senha do golpe; "Com todo respeito, o relatório de vossa excelência equivale a uma senha para o golpe. Ninguém consegue acreditar que se conseguiu provar que a presidente cometeu qualquer crime", disse; "Acusaram Dilma de fazer farra fiscal, e o que o presidente atual fez?", questionou em referência ao déficit fiscal de R$ 170,5 bilhões em 2016 e de R$ 139 bilhões em 2017, além da paralisação da negociação do pagamento da dívida dos Estados às vésperas de eleições regionais
Pernambuco 247- O ex-líder do governo Dilma Rousseff no Senado, Humberto Costa (PT-PE), fez um paralelo do processo de impeachment com o golpe militar de 1964. Para o senador, o relatório de Antonio Anastasia (PSDB-MG), favorável ao afastamento da petista, equivaleria à senha do golpe.
"Com todo respeito, o relatório de vossa excelência equivale a uma senha para o golpe. Ninguém consegue acreditar que se conseguiu provar que a presidente cometeu qualquer crime", disse Humberto.
Para o petista, o processo de impeachment usa tecnicidades jurídicas para tentar justificar o afastamento ilegítimo de Dilma Rousseff. Ele citou o resultado da perícia e de decisão do Ministério Público Federal, que isentaram a presidente de culpa pelas pedaladas fiscais.
"Isso é um mero formalismo. Estamos dando uma pedalada constitucional, passando por cima da Constituição para atender a um projeto político. Há alguém que foi escolhido como criminoso e agora se inicia a buscar pelo crime cometido", afirmou.
O ex-líder de Dilma também criticou as medidas fiscais do Governo Temer. "Acusaram Dilma de fazer farra fiscal, e o que o presidente atual fez?", indagou. Ele citou o déficit fiscal de R$ 170,5 bilhões em 2016 e de R$ 139 bilhões em 2017, além da paralisação da negociação do pagamento da dívida dos Estados às vésperas de eleições regionais.
*Com informações da Assessoria de Imprensa
