Líder do PT: “Objetivo de Lula é ajudar o Brasil a sair da crise”

Em declaração a jornalistas em que anunciou que o ex-presidente Lula aceitou o convite da presidente Dilma para assumir a Casa Civil, o deputado Afonso Florence (PT-BA) disse que "o foro privilegiado nunca foi e não será motivo de obstaculização de investigações" e que Lula "aceitou o convite única e exclusivamente com a intenção de ajudar o País a sair da crise"

Em declaração a jornalistas em que anunciou que o ex-presidente Lula aceitou o convite da presidente Dilma para assumir a Casa Civil, o deputado Afonso Florence (PT-BA) disse que "o foro privilegiado nunca foi e não será motivo de obstaculização de investigações" e que Lula "aceitou o convite única e exclusivamente com a intenção de ajudar o País a sair da crise"
Em declaração a jornalistas em que anunciou que o ex-presidente Lula aceitou o convite da presidente Dilma para assumir a Casa Civil, o deputado Afonso Florence (PT-BA) disse que "o foro privilegiado nunca foi e não será motivo de obstaculização de investigações" e que Lula "aceitou o convite única e exclusivamente com a intenção de ajudar o País a sair da crise" (Foto: Ana Pupulin)

247 – O líder do PT na Câmara, deputado Afonso Florence (PT-BA), afirmou que o foro privilegiado não foi motivo para o ex-presidente Lula aceitar o convite da presidente Dilma Rousseff em comandar o ministério da Casa Civil.

"Foro privilegiado nunca foi e não será motivo de obstaculização de investigações", disse o parlamentar a jornalistas, em coletiva de imprensa. "Os governos do ex-presidente Lula e da presidente Dilma sempre patrocinaram todas as investigações", reforçou.

Segundo ele, a aceitação do convite teve o "objetivo político e de gestão de contribuir com o Brasil para a saída da crise política e da crise econômica". "Agora temos um ministro da Casa Civil testado e aprovado, com experiência, para ajudar o Brasil a sair da crise", disse.

Questionado se o momento do anúncio não foi propício, após a homologação da delação do senador Delcídio Amaral pelo STF, em que ele cita Dilma e Lula. "As citações não configuram nenhuma ilegalidade. Não tem nada a ver a delação premiada e as investigações em curso", voltou a dizer o líder do PT.

"Ele continuará a contribuir para que todas as investigações continuem a ser feitas", completou, referindo-se a Lula. Segundo ele, "de forma alguma" Lula aceitou ser ministro para fugir da jurisdição do juiz Sérgio Moro. A respeito do gesto da oposição, que pretende ir à PGR conta a nomeação, o deputado afirmou que "a oposição perdeu a eleição e quer nomear ministro", mas só poderá fazer isso quando ganhar a eleição.

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