Líder pede cautela a deputados sobre delações

Em pronunciamento da Assembleia Legislativa, o líder do governo na Casa, Evandro Leitão (PDT), pediu cautela por parte dos deputados sobre a abordagem a respeito da delação do empresário Wesley Batista. "Quero lembrar aqui que, em nenhum momento, o nome de Camilo Santana (PT) foi mencionado na delação, e que Cid Gomes também não aceitou nenhum tipo de negociação. Isso está claro no depoimento em vídeo", salientou

Em pronunciamento da Assembleia Legislativa, o líder do governo na Casa, Evandro Leitão (PDT), pediu cautela por parte dos deputados sobre a abordagem a respeito da delação do empresário Wesley Batista. "Quero lembrar aqui que, em nenhum momento, o nome de Camilo Santana (PT) foi mencionado na delação, e que Cid Gomes também não aceitou nenhum tipo de negociação. Isso está claro no depoimento em vídeo", salientou
Em pronunciamento da Assembleia Legislativa, o líder do governo na Casa, Evandro Leitão (PDT), pediu cautela por parte dos deputados sobre a abordagem a respeito da delação do empresário Wesley Batista. "Quero lembrar aqui que, em nenhum momento, o nome de Camilo Santana (PT) foi mencionado na delação, e que Cid Gomes também não aceitou nenhum tipo de negociação. Isso está claro no depoimento em vídeo", salientou (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - O deputado Evandro Leitão (PDT) pediu, em pronunciamento nesta quarta-feira (31) na Assembleia Legislativa, maior cautela por parte dos deputados da oposição sobre a abordagem a respeito da delação do empresário Wesley Batista, que cita nomes de políticos cearenses.

O parlamentar referiu-se diretamente ao deputado Heitor Férrer (PSB), que abordou a citação do nome do ex-governador Cid Gomes (PDT) nas delações do empresário da JBS. “Quero lembrar aqui que, em nenhum momento, o nome de Camilo Santana (PT) foi mencionado na delação, e que Cid Gomes também não aceitou nenhum tipo de negociação. Isso está claro no depoimento em vídeo”, salientou.

O pedetista ressaltou a diferença entre o Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI) e Programa de Incentivo ás Atividades Portuárias e Industriais (Proapi), pontuando que o último é um programa de incentivo financeiro e não tributário. “O Proapi estava sendo pago desde 2011 porque é obrigação do Estado. Precisamos ter prudência ao tratar desse assunto e não sair fazendo acusações sem provas”, esclareceu.

Em relação ás investigações sobre ações ilícitas na construção da Arena Castelão, também mencionadas por Heitor Férrer, e que estas teriam tido a participação do Governo do Estado, Evandro Leitão esclareceu que o que vem sendo investigado são empresas ligadas à licitação, e não a participação de qualquer servidor.

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