Líder sem-terra do MLST é morto a tiros Alagoas

O presidente do Assentamento Irmã Daniela, Edmilson Alves da Silva, 35 anos, foi morto a tiros naquele núcleo da reforma agrária, em Japaratinga, Litoral Norte de Alagoas, por volta das 5h30 desta sexta-feira (22); familiares e amigos acreditam que o crime tenha relação direta com a atuação combativa de Edmilson na luta pela reforma agrária na região Norte do Estado; sob a bandeira do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), o líder comandava ocupações e denunciava crimes ambientais e desmandos supostamente praticados por fazendeiros da região, sobretudo em Porto Calvo

O presidente do Assentamento Irmã Daniela, Edmilson Alves da Silva, 35 anos, foi morto a tiros naquele núcleo da reforma agrária, em Japaratinga, Litoral Norte de Alagoas, por volta das 5h30 desta sexta-feira (22); familiares e amigos acreditam que o crime tenha relação direta com a atuação combativa de Edmilson na luta pela reforma agrária na região Norte do Estado; sob a bandeira do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), o líder comandava ocupações e denunciava crimes ambientais e desmandos supostamente praticados por fazendeiros da região, sobretudo em Porto Calvo
O presidente do Assentamento Irmã Daniela, Edmilson Alves da Silva, 35 anos, foi morto a tiros naquele núcleo da reforma agrária, em Japaratinga, Litoral Norte de Alagoas, por volta das 5h30 desta sexta-feira (22); familiares e amigos acreditam que o crime tenha relação direta com a atuação combativa de Edmilson na luta pela reforma agrária na região Norte do Estado; sob a bandeira do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), o líder comandava ocupações e denunciava crimes ambientais e desmandos supostamente praticados por fazendeiros da região, sobretudo em Porto Calvo (Foto: Leonardo Lucena)
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GazetaWeb.com - O presidente do Assentamento Irmã Daniela, Edmilson Alves da Silva, 35 anos, foi morto a tiros naquele núcleo da reforma agrária, em Japaratinga, Litoral Norte de Alagoas, por volta das 5h30 desta sexta-feira (22).

Familiares e amigos acreditam que o crime tenha relação direta com a atuação combativa de Edmilson na luta pela reforma agrária na região Norte do Estado.

Sob a bandeira do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), o líder comandava ocupações e denunciava crimes ambientais e desmandos supostamente praticados por fazendeiros da região, sobretudo em Porto Calvo.

Nesta manhã, Edmilson se preparava para viajar a Maceió, onde providenciaria a retirada das cestas básicas que seriam distribuídas às famílias assentadas e acampadas na região Norte do Estado, quando foi surpreendido à margem da AL-465.

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Dois homens em uma moto se aproximaram e abriram fogo contra o líder sem-terra. Ferido, ele buscou refúgio dentro da sede do assentamento, que ainda está em fase de instalação. Edmilson tombou ao lado de um barraco de lona, morto com tiros na cabeça.

Os criminosos fugiram levando uma bolsa com todos os documentos da vítima. “Eu ouvi os tiros e corri para ver o que estava acontecendo, quando vi meu marido caído. Eu corri para socorrê-lo, mas já não tinha jeito, estava morto”, contou a esposa, Célia Amâncio dos Santos, 33. Edmilson era pai de cinco filhos.

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Lideranças estaduais do MLST se deslocam a Japaratinga. As polícias Civil e Militar já foram acionadas. O corpo encontra-se no local. Os Institutos de Criminalística (IC) e de Medicina Legal (IML) também já foram acionados.

A imissão de posse do Assentamento Irmã Daniela, que se estende por terras localizadas entre Japaratinga e Porto Calvo, saiu em agosto de 2014, depois de 14 anos de resistência das 31 famílias assentadas, que resultaram em ameaças de morte e três incêndios criminosos. Edmilson liderava a comunidade.

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