Lídice afirma que PSB será independente na Bahia

Presidente no PSB na Bahia, a senadora Lídice da Mata afirma que em nível local o partido "seguirá na postura de independência com relação ao governo federal"; além da "independência", a senadora diz também que na Bahia, os socialistas defenderão a contrariedade de um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, e se manterá aliada aos petistas baianos e ao governo Rui Costa; ainda não há uma decisão final da direção nacional do partido, segundo Lídice

Presidente no PSB na Bahia, a senadora Lídice da Mata afirma que em nível local o partido "seguirá na postura de independência com relação ao governo federal"; além da "independência", a senadora diz também que na Bahia, os socialistas defenderão a contrariedade de um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, e se manterá aliada aos petistas baianos e ao governo Rui Costa; ainda não há uma decisão final da direção nacional do partido, segundo Lídice
Presidente no PSB na Bahia, a senadora Lídice da Mata afirma que em nível local o partido "seguirá na postura de independência com relação ao governo federal"; além da "independência", a senadora diz também que na Bahia, os socialistas defenderão a contrariedade de um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, e se manterá aliada aos petistas baianos e ao governo Rui Costa; ainda não há uma decisão final da direção nacional do partido, segundo Lídice (Foto: Romulo Faro)
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Tribuna da Bahia - A senadora Lídice da Mata afirmou ontem, por meio de sua assessoria, que o partido na Bahia "seguirá na postura de independência com relação ao Governo Federal". Além da "independência", a senadora Lídice afirmou também que, na Bahia, os socialistas defenderão a contrariedade de um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) e se manterá aliada aos petistas baianos e ao governo Rui Costa. Ainda não há uma decisão final da direção nacional do partido, segundo Lídice.

Porém, na semana passada, a Executiva Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) anunciou que deixará a posição de independência e assumirá uma postura de oposição ao governo petista. A decisão foi tomada entre a maioria dos parlamentares das bancadas socialistas na Câmara dos Deputados e no Senado.

"Entendemos que é um governo moribundo, temos que encontrar um meio de o país não sangrar por muito tempo", afirmou o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, que submeterá a decisão, ainda esta semana, à Executiva Nacional, que conta com a participação da senadora baiana.

Em encontro na última terça-feira (22), em Brasília, que reuniu também os governadores socialistas Rodrigo Rollemberg (DF), Paulo Câmara (PE) e Ricardo Coutinho (PB), a maioria dos parlamentares se disse favorável a um eventual pedido de impeachment da presidente da República caso venha a ser colocado em votação na Câmara dos Deputados. "Há uma tendência bastante forte de que se o impeachment chegar ao plenário da Câmara ele será aprovado também pela nossa bancada", afirmou Siqueira.

Os parlamentares também concordaram em votar contra a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), proposta pelo governo com o objetivo de tentar cobrir o rombo nas contas públicas. "Ninguém aprova a CPMF", afirmou o dirigente.

A senadora Lídice da Mata não se manifestou sobre a criação do novo imposto, que integra o pacote de propostas do governo federal para equilibrar as contas públicas.

O Planalto anunciou o imposto com uma alíquota de 0,2% sobre transações financeiras para cobrir o rombo da previdência. Toda arrecadação iria para os cofres da União, mas após manifestos de governadores, a arrecadação seria dividida. O governo federal propôs que os governadores pressionassem os parlamentares para corrigir a alíquota de 0,2% para 0,38%. Neste caso, 0,09 ponto percentual ficaria com os estados e os demais com os municípios. Os governadores do PSB já manifestaram publicamente preocupação com o impacto da crise sobre Estados e municípios.

Na Bahia, o PSB participa do governo Rui Costa desde janeiro deste ano, logo após o petista assumir o cargo. Lídice disputou o governo da Bahia pelo PSB, mas ficou em terceiro na disputa. A senadora obteve apenas 6,6% dos votos. Com a adesão ao governo Rui, o PSB indicou o ex-secretário de Turismo Antonio Carlos Tramn para assumir o comando da Junta Comercial da Bahia, e a Defesa Civil, com o secretário-geral do PSB na Bahia, Rodrigo Hita. O partido também participa da gestão da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado (Fapesb), com uma diretoria.

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