Ligado ao MST, deputado do PT rejeita Kátia: "Um balde de água fria"

Com origem política que emergiu do Movimento dos Sem Terra (MST) na Bahia, o deputado federal Valmir Assunção, do PT, engrossa o coro das críticas á presidente Dilma Rousseff por sua possível escolha pela senadora Kátia Abreu (PMDB) para assumir o comando do Ministério da Agricultura e por Carlos Guedes para o Ministério do Desenvolvimento Agrário; "Se os nomes forem confirmados, Dilma sepulta a esperança dos movimentos sociais que lutam pela reforma agrária. Esses nomes são um balde de água fria"

Com origem política que emergiu do Movimento dos Sem Terra (MST) na Bahia, o deputado federal Valmir Assunção, do PT, engrossa o coro das críticas á presidente Dilma Rousseff por sua possível escolha pela senadora Kátia Abreu (PMDB) para assumir o comando do Ministério da Agricultura e por Carlos Guedes para o Ministério do Desenvolvimento Agrário; "Se os nomes forem confirmados, Dilma sepulta a esperança dos movimentos sociais que lutam pela reforma agrária. Esses nomes são um balde de água fria"
Com origem política que emergiu do Movimento dos Sem Terra (MST) na Bahia, o deputado federal Valmir Assunção, do PT, engrossa o coro das críticas á presidente Dilma Rousseff por sua possível escolha pela senadora Kátia Abreu (PMDB) para assumir o comando do Ministério da Agricultura e por Carlos Guedes para o Ministério do Desenvolvimento Agrário; "Se os nomes forem confirmados, Dilma sepulta a esperança dos movimentos sociais que lutam pela reforma agrária. Esses nomes são um balde de água fria" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Com origem política que emergiu do Movimento dos Sem Terra (MST) na Bahia, o deputado federal Valmir Assunção, do PT, engrossa o coro das críticas à presidente Dilma Rousseff por sua possível escolha pela senadora Kátia Abreu (PMDB) para assumir o comando do Ministério da Agricultura e por Carlos Guedes para o Ministério do Desenvolvimento Agrário. O anúncio deve acontecer até o final desta semana.

"Se os nomes forem confirmados, Dilma sepulta a esperança dos movimentos sociais que lutam pela reforma agrária", diz o deputado petista em nota da coluna Tempo Presente, no jornal A Tarde desta terça-feira (25).

Valmir Assunção diz que nos primeiros quatro anos de Dilma os avanços na reforma agrária foram pífios. "Sabemos como foi dura esta eleição e como faltou diálogo da presidente com os movimentos sociais no primeiro mandato. Esses nomes são um balde de água fria".

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