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Lula faz reunião com aliados em São Paulo

Ex-presidente se reúne, na sede do Instituto Lula, com diretores da entidade, aliados e parlamentares para discutir estratégias para enfrentar a Operação Lava Jato, da qual foi alvo na última sexta-feira; objetivo é debater estratégias para conseguir o apoio da opinião pública em torno da figura de Lula, aproveitando a percepção popular de que a condução coercitiva foi um excesso por parte do juiz federal Sérgio Moro, e encontrar opções às manifestações pelo impeachment, convocadas pela oposição para o próximo dia 13

Ex-presidente se reúne, na sede do Instituto Lula, com diretores da entidade, aliados e parlamentares para discutir estratégias para enfrentar a Operação Lava Jato, da qual foi alvo na última sexta-feira; objetivo é debater estratégias para conseguir o apoio da opinião pública em torno da figura de Lula, aproveitando a percepção popular de que a condução coercitiva foi um excesso por parte do juiz federal Sérgio Moro, e encontrar opções às manifestações pelo impeachment, convocadas pela oposição para o próximo dia 13 (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de uma reunião, na sede do Instituto Lula, em São Paulo, com diretores do instituto, aliados e parlamentares para discutir estratégias referentes ao fato de ter passado ser oficialmente investigado pela Operação Lava Jato.

Dentre os presentes ao encontro estão o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, os diretores Clara Ant, , Luiz Dulci, Celso Marcondes e Paulo Vannuchi, além do escritor Fernando Morais, o ex-presidente do PT-SP Paulo Frateschi e os deputados Paulo Teixeira (PT-SP) e Wadih Damous (PT-RJ). O ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, também participa da reunião.

Um dos objetivos do encontro é discutir estratégias para conseguir o apoio da opinião pública em torno da figura de Lula, aproveitando a percepção popular de que a condução coercitiva do ex-presidente para depor na ultima sexta-feira (4) foi um excesso por parte do juiz federal Sérgio Moro. Apesar de oficialmente a Justiça ter determinado a condução coercitiva como uma forma de proteger Lula e evitar tumultos, a percepção é que o ex-presidente foi levado á força para prestar depoimento.

"Temos que dialogar com o povo brasileiro. Vamos explicar como são feitas as palestras, como aconteceram, em que países aconteceram. Vamos explicar o que se faz com os recursos do Instituto Lula, pra desmistificar", disse Okamotto. A explicação, segundo a avaliação de aliados, é importante para esclarecer que as palestras feitas por Lula não estão relacionadas com o esquema investigado pela Lava jato e que envolvem diversas empreiteiras.

Já Whadi Damous observou que o episódio da condução coercitiva, resultou em um lado positivo. "Foi positivo porque a Lava Jato cometeu um erro gravíssimo ao cometer aquela agressão contra o presidente, deram uma tribuna ao Lula", avaliou o parlamentar.

O encontro também busca encontrar opções às manifestações pelo impeachment convocadas pela oposição para o próximo dia 13.